Uma explosão numa fábrica de pirotecnia em Tui causou esta quarta-feira um morto e 26 feridos, alguns com gravidade, e vários desalojados.

Alfonso Rueda, vice-presidente da Junta da Galiza, adiantou aos jornalistas que alguns dos feridos estão a ser canalizados para o Centro de Saúde de Tui e que os técnicos de explosivos da Guardia Civil estão a avaliar a zona onde “havia muito material pirotécnico”.

Disse também que estão a ser encontradas soluções para os desalojados e que o acolhimento aos feridos está a ser feito na Casa Cultural de Guillarei, em Tui.

A Guardia Civil espanhola está a criar um perímetro de segurança em torno do armazém de pirotecnia em Tui, onde hoje ocorreu uma explosão, por suspeitar da existência de mais material por rebentar, disse fonte dos bombeiros de Valença.

Segundo o comandante Miguel Lourenço, estas informações foram dadas pela Guardia Civil e a corporação que comanda está neste momento a “atacar pequenos focos de incêndio que surgiram na sequência da explosão”, nas proximidades do armazém.

O comandante disse que entre 15 a 20 casas ficaram totalmente destruídas com a explosão em Tui que foi sentida “num raio de seis/sete quilómetros”.

De acordo com o Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) de Viana do Castelo, às 15:26 foram acionados os bombeiros voluntários de Valença, no total de 13 operacionais e cinco viaturas para apoio aos meios espanhóis que se encontram no terreno.