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Odemira. Criança de seis anos mordida por cão em estado grave

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Um "cão de grande porte" atacou uma criança de 6 anos num monte na zona de Odemira, deixando-a com "ferimentos graves na face e no crânio". O cão é do avô, que terá deixado a criança sem supervisão.

António Cotrim/LUSA

Um “cão de grande porte” atacou uma criança de seis anos num monte na zona de Odemira, deixando-a com “ferimentos graves na face e no crânio”, informaram os bombeiros voluntários de Odemira ao Observador. Em estado grave, a criança foi transportada de helicóptero para o Hospital Dona Estefânia, em Lisboa. Fonte da PSP de Beja explicou que o cão seria de um avô da criança, que a terá deixado brincar com o cão “sem a devida supervisão”.

O alerta foi dado pelas 19h10, explicou o comandante dos bombeiros, Luís Oliveira, a partir do Monte da Alagoinha, na freguesia de Colos, Odemira. Tinha havido um ataque de um “cão de grande porte” e, à chegada, as equipas de emergência — bombeiros e INEM — constataram que a criança “apresentava lesões graves na face e no crânio”.

A criança foi transportada para o heliporto do Centro de Meios Aéreos de Ourique, e daí voou para o Hospital Dona Estefânia, em Lisboa.

O capitão Gomes, do Comando da PSP de Beja, explicou que, pelo que as autoridades puderam apurar, a criança estaria a brincar “sem a devida supervisão” com o cão que é de um avô.

O cão será um rafeiro alentejano, uma raça que não está na lista das raças “potencialmente perigosas”, e já estará em quarentena numa clínica veterinária da zona, à espera de decisão das autoridades municipais, podendo ser eutanasiado como é prática comum nestes casos, explicou o responsável da PSP de Beja.

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