Petróleo

Maduro acusa EUA de tentar reduzir produção de petróleo

Maduro disse ter "provas de um processo de penetração, de filtração, através dos corruptos da embaixada dos EUA para gerir informações estratégicas e intervir em processos fundamentais na indústria".

MIRAFORES HANDOUT/EPA

O Presidente da Venezuela acusou na terça-feira os Estados Unidos de terem controlado máfias de corrupção, desarticuladas pelo Ministério Público venezuelana, que tentaram reduzir a produção da petrolífera estatal. Maduro disse ter “provas de um processo de penetração, de filtração, através dos corruptos da embaixada dos Estados Unidos (em Caracas), em posições-chave na indústria petrolífera, para gerir informações estratégicas e intervir em processos fundamentais na indústria”.

O chefe de Estado venezuelano falava num encontro com funcionários do setor, na sede da empresa estatal Petroléos de Venezuela SA (PDVSA), em Caracas, vincando que a empresa deve realizar uma reestruturação para melhorar a capacidade de produção.

“Muitos dos corruptos, agora já presos, colaboraram ativamente para um processo de autodestruição de nossa indústria petrolífera (…) precisamos saber onde e como aconteceu para arrancar isso pela raiz”, declarou, no encontro transmitido pela televisão estatal venezuelana. Segundo o Presidente da Venezuela, a PDVSA tem uma infiltração “de ladrões”, que tentaram usar a empresa para benefício pessoal.

“Temos que fazer uma revolução dentro da PDVSA e essa revolução só pode ser feita pelos trabalhadores, pela classe trabalhadora, pelos profissionais. Entrego-vos o poder nas mãos para fazer uma revolução produtiva e uma transformação socialista da PDVSA”, afirmou. Por outro lado, Maduro defendeu “um novo modelo de gestão, de organização, em que a classe operária tenha o poder de decisão”.

“Quero o socialismo petrolífero”, declarou Nicolás Maduro, que autorizou, através do código de ética, os trabalhadores a procederem a uma transformação da indústria petrolífera venezuelana.

Nos últimos 12 meses, mais de 60 empregados da PDVSA foram detidos pelas autoridades venezuelanas por alegadas irregularidades administrativas e alegado envolvimento em corrupção e desfalques na empresa.

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