Floresta

Sistema de novo investimento para o Pinhal Interior com 90 candidaturas

Pedro Marques afirmou que foram registadas cerca de 90 candidaturas para novo investimento na região do Pinhal Interior, para além dos projetos de apoio à reposição da atividade.

Paulo Cunha/LUSA

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  • Agência Lusa

O sistema para atração de novo investimento para o Pinhal Interior, fortemente afetado pelo grande incêndio de Pedrógão Grande, conta com cerca de 90 candidaturas, num investimento de 38 milhões de euros, anunciou esta terça-feira o Governo.

O ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, afirmou que foram registadas cerca de 90 candidaturas para novo investimento na região do Pinhal Interior, para além dos projetos de apoio à reposição da atividade.

Esses 90 projetos estão ainda a ser analisados, sendo que correspondem “a mais ou menos 38 milhões de euros, o que é muito significativo para esta região”, sublinhou o ministro, que falava aos jornalistas depois de visitar uma serração de Pedrógão Grande, afetada pelo grande incêndio de junho de 2017 e que já se encontra a laborar.

Para Pedro Marques, o número de candidaturas a esse sistema de apoio é “uma boa surpresa”, até porque o Pinhal Interior é caracterizado por uma atividade muito concentrada “no setor da floresta”. O ministro salientou que as candidaturas estão a ser trabalhadas juntamente com os empresários para garantir que sejam “sustentáveis”, sublinhando que os novos projetos poderão acrescentar “umas centenas de postos de trabalho no território”.

O governante referiu que as candidaturas apresentadas representam um “pouco das duas realidades” do território, aparecendo projetos nas áreas dos setores mais tradicionais, como a floresta e a agricultura, mas também noutros setores como “a panificação, a área das tecnologias de informação” ou o turismo, representando uma diversificação das atividades económicas na região.

Pedro Marques falava aos jornalistas no âmbito de uma visita que está a fazer ao território afetado pelo grande incêndio de Pedrógão Grande, cerca de um ano depois da tragédia que provocou 66 mortos e 250 feridos. De manhã, visitou casas reconstruídas ou em reconstrução e, durante a tarde, visitou a serração Fernando Fernandes & Irmão, que esteve dois meses parada e que agora deu “a boa notícia” ao ministro de que pretende “duplicar os postos de trabalho, quando conseguir estabilizar toda a produção”. Ainda durante a tarde, o ministro e os vários autarcas da região afetada pelo grande incêndio reúnem-se na Câmara Municipal de Pedrógão Grande.

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