Estados Unidos da América

Tribunal nos EUA aprova fusão de telecomunicações AT&T com grupo Time Warner

Apesar dos esforços do Governo dos Estados Unidos para bloquear este acordo, um juiz do Tribunal Federação de Columbia deu luz verde à operação, avaliada em 71 mil milhões de euros.

JUSTIN LANE/EPA

A fusão entre o grupo de telecomunicações AT&T e a empresa de media Time Warner foi autorizada esta terça-feira por um juiz federal dos Estados Unidos.

Apesar dos esforços do Governo dos Estados Unidos para bloquear este acordo, com o argumento de que prejudica a concorrência, um juiz do Tribunal Federação de Columbia deu luz verde à operação, avaliada em 85 mil milhões de dólares (71 mil milhões de euros). A fusão é já vista nos Estados Unidos como um ponto de viragem no setor das comunicações e dos media.

Em comunicado, a AT&T revela que o processo deverá ficar concluído antes de 20 de junho.

Em reação, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos indicou que vai analisar a decisão judicial e decidir os próximos passos para “preservar a competitividade em benefício dos consumidores”.

A AT&T, que anunciou a operação de fusão em outubro de 2016, considera que o setor mudou muito nos últimos anos, sobretudo com o aparecimento de plataformas digitais como Netflix, Youtube ou Google. Os advogados que tratam dos assuntos de concorrência no Departamento de Justiça preocupam-se com a possibilidade de os consumidores acabarem a pagar mais pelos seus espetáculos favoritos, sejam nos ecrãs de televisão, nos smartphones ou nos tablets.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Nicolás Maduro

A Venezuela a ferro e fogo /premium

Diana Soller

Maduro tentará impor a sua vontade, agora que se sente verdadeiramente ameaçado. A oposição sentirá que não tem nada a perder. O que pode, efetivamente, degenerar numa guerra civil.

Relações Internacionais

A nova economia política /premium

Manuel Villaverde Cabral

A imprensa diz que o FMI foi ultrapassado pelos acontecimentos e já se identificaram os países que poderão vir a estar na linha de mira dos especuladores. A única defesa de Portugal é a União Europeia

Nicolás Maduro

A Venezuela a ferro e fogo /premium

Diana Soller

Maduro tentará impor a sua vontade, agora que se sente verdadeiramente ameaçado. A oposição sentirá que não tem nada a perder. O que pode, efetivamente, degenerar numa guerra civil.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)