Brexit

Cidadãos europeus há mais de cinco anos no Reino Unido podem ficar depois do Brexit

Os cidadãos europeus que vivam no Reino Unido há mais de cinco anos e sem antecedentes criminais podem pedir um visto de residência permanente e continuar a usufruir dos mesmos direitos.

Quem não viver no país há cinco anos, a 31 de dezembro de 2020, pode pedir uma permissão temporária até completar os cinco anos requeridos

WILL OLIVER/EPA

O Reino Unido promete facilitar o processo de permissão de residência aos cidadãos da União Europeia que pretendam ficar no país depois do Brexit. O esquema — EU Settlement Scheme — foi anunciado esta quinta-feira pelo Ministro do Interior britânico, Sajid Javid, e vai servir para quem viva no Reino Unido há pelo menos cinco anos. Entra em vigor no final do verão, mas estará plenamente operacional em março de 2019, quando se oficializar a saída da União Europeia, noticia a Bloomberg.

Este “estatuto de permanência” pode ser pedido por cidadãos da União Europeia mediante a apresentação do nome, morada e do pagamento de uma taxa de 65 libras (cerca de 74 euros) por adulto ou 32,50 libras (cerca de 37 euros) por criança. O processo é gratuito para quem já tenha permissão de residência. Os requerentes não podem ter antecedentes criminais e têm de residir no país há cinco anos ou mais.

Este esquema pretende facilitar a permanência e não arranjar forma de bloquear as pessoas, disse o ministro. Por isso, quem estiver a viver no Reino Unido a 31 de dezembro de 2020 terá um visto de residência temporário até completar os cinco anos necessários para requerer a permissão permanente.

Estes cidadãos continuarão a ter os mesmos direitos para trabalhar e estudar e a ter os mesmo benefícios que têm atualmente. Os direitos e permissão de residência são extensíveis à família próxima: cônjuges, filhos, pais e netos.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: vnovais@observador.pt
Brexit

Londres depressa /premium

Maria João Avillez

Como se chegou ao encalhe da Grã-Bretanha nela própria? O ar esta carregado de palavras que vão e voltam sem sair do mesmo sítio, o país não parece “desatável” da União Europeia.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)