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Incêndios

Contratação dos meios aéreos é “mais económica para Estado”

O ministro da Administração Interna defendeu que a atual contratação dos meios aéreos para combate aos incêndios é a "mais económica para o Estado" e permitirá a quase duplicação do número de horas.

Nuno Andre Ferreira/LUSA

O ministro da Administração Interna defendeu esta terça-feira que a atual contratação dos meios aéreos para combate aos incêndios é a “mais económica para o Estado” e permitirá a quase duplicação do número de horas contratadas.

“Espero, com estes meios muito reforçados, não ser necessário gastar 28 milhões de euros em contratação extraordinária como aconteceu no último ano”, avançou o ministro Eduardo Cabrita, referindo que a avaliação de custos na contratação dos meios aéreos será feita no final deste ano, mas ainda assim verifica-se “uma significativa redução relativamente ao ciclo contratual anterior”.

O ministro falava no âmbito de uma audição regimental na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, que incluía dois pontos autónomos sobre a prevenção e o combate aos incêndios florestais, a requerimento do PSD e do CDS-PP.

De acordo com o responsável pela tutela da Administração Interna, os três helicópteros Kamov alugados, que deverão substituir os que eram propriedade do Estado, vão estar disponíveis a partir da próxima semana e vão estar operacionais entre julho e outubro.

Os Kamov alugados terão maior capacidade de transporte de água do que aqueles que são propriedade do Estado”, indicou o governante, assegurando assim “uma resposta mais qualificada” e “disponível todo o ano” em relação ao dispositivo de meios aéreos de combate aos incêndios florestais.

Questionado sobre o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), o ministro Eduardo Cabrita disse que está agendada para 03 de julho uma assembleia geral, que garantirá ao Estado a “posição de maior acionista”.

Na audição parlamentar, o governante revelou ainda que vai ser aprovado em Conselho de Ministros, em 14 de julho, os Planos Diretores Municipais (PDM) que deverão reverter os planos de reordenamento da floresta. Neste sentido, o responsável pela pasta da Administração Interna disse que se está a fazer “imenso na restruturação do sistema”, destacando-se as medidas de reordenamento da floresta e a atribuição de novas competências aos municípios.

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