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Racismo

Ministério da Administração Interna abre investigação a agressão a jovem colombiana

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Ministério de Eduardo Cabrita vai investigar caso da agressão a jovem colombiana por um segurança da STCP. Governo diz que “não tolerará fenómenos de violência nem manifestações de cariz racista".

Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita

PAULO NOVAIS/LUSA

O Ministério da Administração Interna anunciou que vai abrir uma investigação ao caso da agressão de uma jovem colombiana por um segurança da empresa STCP.

Em comunicado, divulgado na noite desta quinta-feira pelo Diário de Notícias, o ministério de Eduardo Cabrita explica que “foi aberto um processo administrativo” através da Inspeção Geral da Administração Interna, “que visa o esclarecimento da situação junto da Polícia de Segurança Pública.” O Governo acrescenta ainda no mesmo comunicado que “não tolerará fenómenos de violência nem manifestações de cariz racista ou xenófobo”.

Em causa está a agressão a Nicol Quinayas, uma jovem colombiana que foi agredida quando entrava num autocarro, na noite de São João, pelo segurança da empresa de transportes STCP. A jovem afirma que, para além das agressões físicas, foi repetidamente vítima de agressões verbais de caráter racista por parte do segurança. Nicol chamou a polícia ao local na sequência da agressão, mas, de acordo com o jornal Público, a PSP elaborou o auto apenas três dias depois.

A resposta do ministério surge depois de o PCP e Bloco de Esquerda terem questionado o Governo sobre o caso. “Pode o Ministério da Administração Interna garantir que os agentes da PSP que se deslocaram ao local tudo fizeram para garantir que este crime é investigado sem que nenhuma prova se tenha perdido entretanto?”, questionou o Bloco de Esquerda.

Também o próprio Partido Socialista, pela voz do líder parlamentar Carlos César, pediu ao Executivo que esclareça o que aconteceu na noite de São João. “É importante também que o Governo tenha consciência de que aquilo que se passou não foi uma mera desavença”, declarou.

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