A filha mais nova de Donald Trump assistiu à marcha do orgulho LGBT (acrónimo para designar Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgéneros) em Nova Iorque, sendo alvo de um protagonismo desmedido. Com 24 anos, Tiffany Trump mantinha-se, até há bem pouco tempo, longe das luzes da ribalta — quase sempre “ofuscada” pela meia-irmã Ivanka Trump. Mas agora parece ter dado que falar.

Na mesma semana em que Melania Trump foi notícia por visitar imigrantes com um casaco que dizia “Eu não quero saber, e tu?”, a filha mais nova do presidente norte-americano decidiu mostrar que se importa com as comunidades que sentem algum tipo de discriminação e juntou-se à marcha do orgulho gay que, todos os anos, celebra o direito à diversidade.

Acompanhada pelo melhor amigo, o designer e ativista Andrew Warren, e por Julius Barnathan, saiu às ruas para mostrar o seu apoio — ainda que contra as políticas do pai — e apostou num casaco repleto de brilhantes. Foi Warren quem partilhou algumas fotografias onde Tiffany aparece identificada, como se pode ver abaixo.

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❤️ Officially Sunday ?

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A filha de Trump aparece ainda num vídeo partilhado na conta de Barnathan cuja descrição é a seguinte: “Feliz Pride de nós para vocês”.  Tiffany respondeu com emojis de corações, unicórnios e brilhantes. O seu entusiasmo parece desafiar o registo “anti-LGBT” de Trump.

https://www.instagram.com/p/BkYZuxblDuj/?taken-by=juliusbarnathan

Já no sábado, Warren — que aparece com uma bandeira do orgulho gay pintada na cara — tinha partilhado uma outra imagem. Na descrição, escreveu “Pride Saturday”.

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Pride Saturday ??

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O El Mundo escreve que alguns utilizadores do Instagram agradeceram o gesto e o apoio: “Sim, o pai [Trump] não está a tomar as melhores decisões. Mas Tiffany está a mostrar o seu amor e a apoiar a nossa comunidade e amigos”.

Os antigos presidentes dos Estados Unidos, Bill Clinton e Barack Obama, reconheciam o mês de junho como o Mês do Orgulho Gay e a Casa Branca chegava a ser iluminada com as cores que representam a comunidade. Porém esta tradição deixou de existir com a chegada de Trump ao poder, em 2016.

Esta já não é a primeira vez que Tiffany mostra uma atitude semelhante. Já em março mostrou o seu apoio à Marcha das Mulheres (March for Our Lives) colocando alguns likes a partir da sua conta oficial, lê-se no El Mundo.