Lisboa

Restauro das esculturas do Padrão dos Descobrimentos dá origem a exposição

O restauro das esculturas do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, deu origem a uma exposição de fotografia da autoria de Luís Pavão que será inaugurada no sábado, no monumento.

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O restauro das esculturas do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, deu origem a uma exposição de fotografia da autoria de Luís Pavão que será inaugurada no sábado, no monumento, no âmbito do Ano Europeu do Património Cultural.

A exposição, intitulada “Na ponta dos dedos”, é inaugurada no sábado, às 18:00, e mostra os detalhes da ação de limpeza e restauro realizados ao longo de seis meses, entre junho e dezembro de 2016, às esculturas de pedra que rodeiam a caravela, que o Padrão dos Descobrimentos representa.

No Ano Europeu do Património Cultural, a segunda exposição anual do Padrão dos Descobrimentos destaca, através das fotografias de Luís Pavão, o trabalho de salvaguarda e proteção realizado no monumento desenhado pelo arquiteto Cottinelli Telmo (1897-1948) e concretizado pelo escultor Leopoldo de Almeida (1898-1975).

Ao longo dos seis meses, à luz natural ou artificial, o fotógrafo Luís Pavão registou os trabalhos de limpeza e de restauro do Padrão dos Descobrimentos, criando um conjunto de fotografias de grandes planos dos protagonistas da Expansão Portuguesa.

Das esculturas de grandes dimensões foram captados, em fotografia, pormenores das roupas e do corpo dos navegadores, a textura da pedra, o trabalho do cinzel do escultor, o volume e a forma. Construído pela primeira vez em 1940 em gesso e argamassa, como parte do cenário da Exposição do Mundo Português, o Padrão dos Descobrimentos foi destruído pelo vendaval de janeiro de 1941 que assolou a zona.

Vinte anos depois, no contexto das Comemorações Henriquinas, voltou a ser construído de acordo com os planos originais, com a orientação do arquiteto António Pardal Monteiro (1928-2012), suportado por uma estrutura de betão armado da responsabilidade do engenheiro Edgar Cardoso (1913-2000).

As esculturas de Leopoldo de Almeida – criadas em calcário de Sintra – passaram a marcar a frente ribeirinha da cidade, em conjunto com a Rosa-dos-ventos que decora o piso fronteiro ao monumento.

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