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Observador ganha duas menções honrosas em prémio de jornalismo em Oncologia

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Os prémios "Jornalismo em Oncologia", promovidos pela Liga Portuguesa contra o Cancro, têm como objetivo premiar os melhores trabalhos em jornalismo escrito e audiovisual sobre o cancro.

As jornalistas Cláudia Pinto e Vera Novais ganharam duas menções honrosas nos prémios jornalismo em Oncologia, com trabalhos publicados no Observador: “Apesar de tudo o cancro é uma doença curável” e “O seu relógio biológico anda fora de horas? Acerte-o se quer prevenir doenças”, respetivamente. Os prémios, promovidos pela Liga Portuguesa contra o Cancro, têm como objetivo premiar os melhores trabalhos em jornalismo escrito e audiovisual sobre o cancro e foram atribuídos esta quinta-feira, em Lisboa.

No audiovisual, o trabalho da RTP, “A minha vida é a tua”, da jornalista Paula Martinho da Silva, com imagem de David Araújo e edição de Dores Queirós, foi o vencedor do prémio, que vai na sua sétima edição e tem o valor de cinco mil euros. A peça explora o impacto do cancro infantil na vida das famílias a nível emocional e financeiro, tendo sido transmitida no programa Linha da Frente, da RTP1.

Já na categoria de imprensa escrita, Lucília Galha, da revista Sábado, venceu o prémio com o trabalho “Mais perto de uma cura para o cancro”, onde aborda uma terapia inovadora aprovada nos Estados Unidos e que consiste na manipulação genética de células do sistema imunitário do próprio doente, destinando-se a crianças e a jovens adultos com leucemia linfoblástica aguda.

As restantes menções honrosas foram atribuídas ao trabalho de Isabel Nery, com “Os meninos perdidos de Myanmar”, a Susana Pinheiro, com o trabalho “Foram crianças com cancro. E contrariam a ideia de que ‘não se sai daqui vivo'”, e a Sónia Santos Dias, com o trabalho “Estado terminal: como se mantém a esperança no fim da vida?”.

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