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Aveiro

Festival dos Canais é “referência” na candidatura de Aveiro a Capital da Cultura

Para o presidente da Câmara, além da programação "muito diversa e intensa", o Festival dos Canais "constituiu também um acontecimento relevante de 'marketing' territorial".

PAULO NOVAIS/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
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O presidente da Câmara de Aveiro, Ribau Esteves, considerou esta quarta-feira que estão criadas as condições para que o Festival dos Canais se transforme num “evento de referência”, no âmbito da candidatura a Capital da Cultura.

No balanço da 3.ª edição do Festival dos Canais, que terminou no domingo, o autarca considera que foi um momento de crescimento e afirmação em termos de público, programação e promoção do património e da identidade de Aveiro.

O evento, que durante cinco dias animou as praças, jardins e outros espaços públicos da cidade dos canais, “mostrou que a aposta iniciada em 2016 está no bom caminho”. “Estão criadas as condições para que o Festival dos Canais se transforme num evento de referência a nível nacional e europeu, no âmbito da candidatura de Aveiro a Capital da Cultura 2027”, disse.

Para o presidente da Câmara, para além da programação “muito diversa e intensa, que marcou positivamente a geografia da cidade”, o evento constituiu também “um acontecimento relevante de ‘marketing’ territorial, no qual o público teve uma parte ativa fundamental”.

“A nossa cidade já não será vivida da mesma forma. Há um marco antes e depois do Festival dos Canais 2018. O sangue novo do que trouxemos para as nossas ruas e praças, as companhias consagradas que nos confiaram estreias e primeiras internacionalizações e a entrega da comunidade à celebração dos canais foram, sem dúvida, decisivas na prossecução deste objetivo” conclui.

Com a próxima edição anunciada para 10 a 14 de julho de 2019, José Pina, responsável pelo evento, garante que o Festival dos Canais “irá reforçar o caminho de afirmação como um dos maiores e melhores festivais da Europa nesse género”.

José Pina, que é também diretor do Teatro Aveirense, adianta que a próxima edição, “irá continuar a apostar nas artes em espaço público, no circo contemporâneo, nas instalações e na multimédia, como áreas prioritárias”, sendo que “a música em novos formatos” irá servir “como eixo transversal” a tudo o que se desenrolará na Cidade.

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