O jogo até começou bem para Portugal. O relógio marcava 3 minutos de jogo e Gonçalo Alves apontou o primeiro golo do jogo que gelou o Palácio Riazor, na Corunha — golos madrugadores são pouco comuns em finais de hóquei em patins que costumam ser marcadas pela táctica. A jogar em casa, a Espanha começa o jogo com o pé esquerdo mas foi sol de pouca de dura.

Os espanhóis recuperaram a compostura e em dois minutos deram a volta ao resultado. Primeiro o empate por Jordi Adroher (6′) e depois o 2-1 por Ferran Font. Curiosidade: o primeiro é jogador do Benfica, enquanto que o segundo joga no Sporting. Pelo meio, Portugal ainda teve direito a um penalty mas Gonçalo Alves não conseguir colocar a bola dentro da baliza.

Diogo Rafael ainda enviou sticada forte mas a bola foi ao poste. Aos 10 minutos, aliás, Portugal já tinha enviado cinco remates aos postes da baliza espanhola.

Aos 14′, o árbitro mostra o cartão azul a Font por um incidente com Henrique Magalhães, seu colega no Sporting. Como se diz em linguagem técnica, Portugal ficou em power play (com mais um jogador) mas Hélder Nunes falhou o livre direto.

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Antes do intervalo, Edu Lamas marcou o terceiro dos espanhóis.

Na segunda parte, a Espanha fez mais dois golos novamente em dois minutos: Ignacio Alabart (33′) e Pau Bargallo (35′). Este último jogador é irmão de Jordi Bargalló que joga na Oliveirense

João Rodrigues reduziu para 5-2 através de um livre directo. No minuto seguinte voltou a ter outro livre directo pela décima falta da Espanha mas falhou. Aos 17′ Font bisou e fez 6-2.

Portugal ainda reduziu para 6-3 a 1 minuto do final do encontro. Um fim inglório num jogo em que Portugal criou mais oportunidades e jogo ofensivo do que é normal em finais. A equipa nacional teve duas bolas paradas — oportunidades de ouro para marcar no hóquei em patins mas não conseguiu aproveitar.