Instituto Nacional Estatística

Consumidores menos confiantes, mas empresas mais otimistas

Pelo segundo mês consecutivo, o índice de confiança do consumidor baixou (afastando-se dos recordes de maio). Mas os indicadores do INE para a confiança das empresas melhoraram.

MARIO CRUZ/LUSA

O índice do Instituto Nacional de Estatística (INE) que mede a confiança do consumidor baixou em julho, pelo segundo mês consecutivo, afastando-se dos recordes atingidos em maio. Porém, o mesmo relatório estatístico indica que os indicadores do INE para a confiança das empresas melhoraram, em especial na área das empresas da indústria transformadora.

De acordo com o relatório divulgado esta segunda-feira pelo INE, a redução do indicador de confiança dos consumidores em julho “resultou do contributo negativo de todas as
componentes, destacando-se as perspetivas relativas à evolução do desemprego e da situação económica do país.”

O INE indica que as “opiniões sobre a evolução da situação económica do país diminuiu pelo quinto mês consecutivo, de forma expressiva em junho e julho. No mesmo sentido, o saldo das expectativas relativas à evolução da situação económica do país diminuiu nos últimos quatro meses, também de forma mais significativa em junho e julho, dando continuidade ao perfil descendente observado desde setembro de 2017”.

Melhores notícias vêm da indústria, em especial a transformadora. A confiança tinha diminuído nos primeiros seis meses do ano mas voltou a aumentar em julho. Segundo o INE, “o comportamento do indicador deveu-se ao contributo positivo das perspetivas de produção, tendo os saldos das apreciações sobre a procura global e sobre a evolução dos stocks de produtos acabados apresentado contributos negativos”.

Já na área da construção e obras públicas a confiança diminuiu em julho, interrompendo a tendência crescente observada desde dezembro de 2012. “A evolução do indicador refletiu o
contributo negativo da carteira de encomendas, uma vez que o saldo das opiniões sobre as perspetivas de emprego apresentou um contributo positivo”, afirma o organismo.

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