Eurostat

2,8 milhões de europeus encontraram emprego, mas 2,6 milhões perderam-no

Entre aqueles que tinham emprego no último trimestre de 2017, 2,6 milhões tornaram-se desempregados e 3,8 milhões (2,1%) passaram para a inatividade económica.

ARMANDO BABANI/EPA

No primeiro trimestre do ano, 2,8 milhões de europeus encontraram emprego, face ao último trimestre de 2017, mas 2,6 milhões foram para o desemprego, de acordo com dados sobre o mercado de trabalho na União Europeia publicados esta quarta-feira pelo Eurostat.

O gabinete oficial de estatísticas da UE aponta que, do último trimestre de 2017 para o primeiro trimestre de 2018, 2,8 milhões de pessoas (correspondente a 16,9% de todos os desempregados nos últimos três meses do ano passado) encontraram um posto de trabalho, tendo 10,3 milhões (62,7%) permanecido desempregados e 3,4 milhões (20,5%) passado a ser economicamente inativos.

Por outro lado, entre aqueles que tinham emprego no último trimestre de 2017, 1,4% (2,6 milhões) tornaram-se desempregados durante o primeiro trimestre deste ano e 3,8 milhões (2,1%) transitaram para a inatividade económica (que inclui adultos em idade ativa que não estejam disponíveis para o mercado de trabalho nem procurem emprego).

O Eurostat aponta que estes números não incluem dados para a Alemanha, tendo em Portugal mais de 4.500 pessoas encontrado emprego entre o último trimestre de 2017 e o primeiro trimestre deste ano.

Segundo dados divulgados na terça-feira pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de desempregados registados nos centros de emprego em Portugal baixou 20,6% em julho face ao mesmo período de 2017 para 330.587, renovando mínimos dos últimos 16 anos.

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