Economia

Teixeira Duarte assina contrato de 51 milhões para construir ponte rodoviária no Equador

O valor da empreitada, refere o mesmo comunicado, "ascende a cerca de 59,2 milhões de dólares americanos", ou seja, cerca de 51 milhões de euros à taxa de câmbio atual.

ANTÓNIO SILVA/LUSA

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  • Agência Lusa
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A Teixeira Duarte vai construir uma ponte rodoviária no Equador, num negócio de 59,2 milhões de dólares (cerca de 51 milhões de euros à taxa de câmbio atual), informou a empresa através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

“A Teixeira Duarte informa que um consórcio liderado pela sua participada a 100%, Teixeira Duarte — Engenharia e Construções celebrou, no dia 31 de agosto de 2018, no Equador com os governos autónomos descentralizados municipais de Guayaquil e Daule o contrato para a execução da construção da ponte Daule-Guayaquil “, lê-se na informação ao mercado.

O valor da empreitada, refere o mesmo comunicado, “ascende a cerca de 59,2 milhões de dólares americanos”, ou seja, cerca de 51 milhões de euros à taxa de câmbio atual. O consórcio que venceu a obra é detido em 61% pela Teixeira Duarte e em 39% por uma empresa de construção do Equador. A obra no país da América do Sul tem um prazo de execução de 480 dias.

A Teixeira Duarte teve lucros de 17,3 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, o que compara com prejuízos de nove milhões de euros entre janeiro e junho de 2017. A contribuir para a redução do prejuízo esteve a venda do Lagoas Park com ganhos de 24,9 milhões de euros.

A venda de ativos da Teixeira Duarte, de cerca de 500 milhões de euros, foi acordada, em abril, entre a empresa e os bancos BCP, CGD e Novo Banco com vista a obter “uma redução significativa do passivo bancário”.

Em junho, o grupo acordou a alienação da totalidade do capital social do Lagoas Park a uma subsidiária do fundo de investimento Kildare, tendo por base um valor de 375 milhões de euros.

Esta semana anunciou que vai vender a sua participação de 7,5% na Lusoponte à francesa Vinci e à Mota-Engil, que exerceram o direito de preferência, em vez de uma empresa chinesa, por 23,3 milhões de euros.

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