Rádio Observador

República Centro Africana

Militar português ferido em missão da ONU tem “previsão de recuperação total”

Regresso a Portugal horas após o incidente e acompanhamento por equipas médicas especializadas deu nova esperança ao soldado ferido na República Centro Africana que arriscava perder parte da visão.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

As notícias não eram boas à partida, mas o regresso a casa do militar paraquedista ferido no final da semana passada, na República Centro Africana (RCA), virou o tabuleiro das expectativas clínicas. Ao Observador, fonte oficial do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) refere que o soldado “tem previsão de recuperação total” da visão no olho esquerdo. Deve ter alta ainda esta semana.

Horas antes de o militar embarcar no Falcon da Força Aérea incumbido de trazê-lo de volta a Portugal, o EMGFA admitia que o prognóstico era “reservado”. Depois de ser avaliado pela equipa médica da missão portuguesa na RCA e de ser observado também no hospital sérvio que dá apoio à missão da ONU na capital, Bangui, havia fortes reservas quanto à capacidade de o soldado recuperar totalmente a visão.

Apesar de o cenário clínico ser agora mais favorável, o EMGFA ressalva que o paraquedistas vai manter-se “sob observação”, para que seja feita uma “avaliação da recuperação, na consulta de especialidade”.

O militar chegou a Portugal ao final da noite da última sexta-feira, foi observado por especialistas médicos e o EMGFA diz que o militar “tem previsão de alta ainda esta semana, com previsão de recuperação total” de um ferido sofrido “durante uma operação de manutenção da sua arma. Quando o incidente ocorreu, o militar estava a uma semana de terminar a sua missão.

O soldado tinha data de regresso a Lisboa marcada para 6 de setembro. Nessa madrugada, parte de Lisboa o grosso do contingente que nos últimos seis meses esteve em aprontamento (ou em preparação) e que vai render os homens e mulheres que partiram para a RCA no início do ano, um grupo de que o militar ferido também integrava. Assim que esse novo contingente aterrar em Bangui, os militares há seis meses em missão na República Centro Africana regressam a Lisboa.

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