Sondagens

BE e PSD perdem intenções de voto na rentrée política

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Um verão marcado pelo caso Robles e críticas a Rui Rio terão custado, respetivamente, 1,7% e 3,1% das intenções de voto no Bloco de Esquerda e Partido Social Democrata entre julho e setembro.

João Relvas/LUSA

Um verão marcado pelo caso Robles e críticas a Rui Rio terão custado, respetivamente, 1,7% e 3,1% das intenções de voto no Bloco de Esquerda (BE) e Partido Social Democrata (PSD) entre julho e setembro de 2018.

Segundo uma sondagem da Aximage para o Jornal de Negócios e Correio da Manhã, as intenções de voto no partido de Catarina Martins recuaram 1,7% durante o verão abalado pelo caso Robles. O BE registou assim 7,8% das intenções de voto na rentrée, menos do que os 9,5% que obteve nas sondagens de julho e menos do que os 10,19% conseguidos nas legislativas 2015. Já o PSD sofreu a maior quebra na intenção de voto (3,1%), caindo de 27,2% para 24,1% no primeiro verão sob a liderança de ex-autarca do Porto, Rui Rio.

Em sentido inverso, o CDS registou a maior aumento da intenção de voto (1,8%), passando de 7,4% em julho para 9,2% em setembro. O partido de Assunção Cristas torna-se assim no terceiro partido (com assento parlamentar) em termos de intenção de voto.

Também o PS registou um aumento, embora mais modesto (0,9%). O partido de António Costa passou de 39% para 39,9% da intenção de voto durante o verão. Apesar do aumento e de manterem a maior intenção de voto, os socialistas estão ainda longe da maioria absoluta ou mesmo dos resultados alcançados nas legislativas 2015 — onde conseguiram 32,31% dos votos.

O CDU foi a potência política com assento parlamentar a manter a intenção de voto mais estável (variação de 0,1%). A coligação do PCP com Os Verdes subiu de 7% para 7,1% na intenção de voto.

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