Medicamentos

Estudo revela que medicamentos com diclofenac aumentam risco de enfarte em 50%

939

Uma pesquisa publicada no "British Medical Journal" avança que medicamentos com diclofenac, substância comum em analgésicos, aumenta riscos de enfarte em 50%. Está presente no Voltaren e no Arthrotec.

AFP/Getty Images

Um estudo publicado pelo “British Medical Journal” dá conta de que o diclofenac, componente utilizado em alguns analgésicos como o Voltaren ou o Arthrotec (ambos vendidos em Portugal), aumenta em 50% as probabilidades de ter um enfarte.

O mesmo estudo conclui ainda que a toma desta substância também tem interferência nas arritmias cardíacas, acidentes vasculares cerebrais isquémicos, insuficiência cardíaca e ataque cardíaco no espaço de 30 dias após o início do tratamento, sobretudo quando comparado com outras substâncias analgésicas, como o ibuprofeno, o naproxeno ou o paracetamol.

O diclofenac comporta um grande risco para a saúde cardiovascular dos indivíduos comparativamente a quem não o consome, ou a quem toma outros analgésicos e anti-inflamatórios, tais como o paracetamol ou ibuprofeno”, indicou Morten Schmidt, cardiologista que conduziu o estudo.

O ensaio incidiu em dados recolhidos entre 1996 e 2016 a partir de 6,3 milhões de adultos e os resultados atribuem a mesma probabilidade a homens e mulheres de todas as idades.

Os investigadores que conduziram o estudo, no Hospital Universitário Aarhus, na Dinamarca, aconselham os pacientes a procurarem outros tratamentos e outras substâncias antes de recorrerem ao diclofenac, que só deveria ser usado em “última opção”. Os especialistas recomendam ainda uma ação global para que os medicamentos não sejam vendidos sem prescrição médica, como forma de proteger os pacientes.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Caixa Geral de Depósitos

Caixa para que te quero

Inês Domingos

Centeno quis a toda a força financiar a Caixa para lá do que seria aparentemente preciso, mas disse no Parlamento que não tem interesse no resultado da auditoria que revelou os desmandos socialistas. 

Governo

A famiglia não se escolhe? /premium

Alberto Gonçalves

Se ainda não se restringiu o executivo aos parentes consanguíneos ou afins do dr. Costa, eventualidade que defenderia com empenho, a verdade é que se realizaram amplos progressos na área do nepotismo

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)