No dia em que se assinalaram 17 anos desde o dia 11 de setembro de 2001, Donald Trump começou o dia a escrever no Twitter sobre a investigação à interferência russa nas eleições de 2016, fazendo ainda referência ao FBI, ao Departamento de Justiça e à campanha de Hillary Clinton.

Só depois é que o presidente dos Estados Unidos assinalou o dia marcou o mundo. Primeiro, anunciou que estava de partida de Washington para visitar o memorial ao voo 93 da United Airlines, em Shanksville, na Pensilvânia. Mais tarde, limitou-se a escrever: “17 anos sobre o 11 de setembro!”. Mas a foto que usou na primeira publicação, onde aparece com dezenas de funcionários da Casa Branca, já serviu para criar polémica. Tudo porque na imagem aparecem Omarosa Manigault, ex-conselheira de Trump, e Hope Hicks, ex-directora de comunicação da Casa Branca, que abandonaram o executivo há vários meses.

Já na Pensilvânia, Trump esteve acompanha de Melania e lembrou os passageiros que impediram que os terroristas completassem o objetivo de atingir o Capitólio. “Embarcaram como estranhos e entraram unidos na eternidade como verdadeiros heróis”, disse o presidente norte-americano. “Este memorial é uma mensagem para o mundo: a América nunca se vai submeter à tirania”, afirmou Trump.