Sporting de Braga

Justiça suspeita de “saco azul” de 2,5 milhões no Sp. Braga

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No centro das suspeitas estão 13 faturas falsas, comissões de transferências de jogadores, pagamento para encobrir o silêncio do guarda-redes Cássio e um casal de bruxos.

ESTELA SILVA/LUSA

O Ministério Público está a investigar suspeitas de haver um “saco azul” na SAD do Sporting de Braga, num inquérito-crime onde são indicados cerca de 2,5 milhões de euros em transações sem fatura ou com faturas falsas. A notícia é avançada neste domingo pelo Jornal de Notícias.

A abertura do inquérito-crime foi confirmada ao jornal por fonte da Procuradoria-Geral da República. O caso está sob investigação no Departamento de Investigação e Ação Penal de Braga.

No centro das suspeitas — que partiram de uma denúncia — estão 13 faturas falsas, comissões de transferências de jogadores, pagamento para encobrir o silêncio do guarda-redes Cássio e um casal de bruxos.

Reagindo à notícia, a SAD do Braga atribuiu tudo a um ajuste de contas “por parte do ex-diretor-geral, João Gomes” que, de acordo com a fonte da SAD, “propôs sair do clube mediante o pagamento de 250 mil euros e de um Mercedes”.

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