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Nem a febre dos vermelhos impediu a primeira Vitória de Rui frente ao FC Porto (ao 20.º jogo desde 2004)

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Benfica viu pelo terceiro jogo consecutivo um central expulso mas Rui Vitória tem motivos extra para celebrar: conseguiu pela primeira vez ganhar ao FC Porto, ao 20.º jogo à frente da quinta equipa.

Rui Vitória conseguiu a primeira vitória frente ao FC Porto pelo Benfica, que não vencia os dragões desde dezembro de 2014
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Rui Vitória conseguiu a primeira vitória frente ao FC Porto pelo Benfica, que não vencia os dragões desde dezembro de 2014

AFP/Getty Images

Rui Vitória conseguiu a primeira vitória frente ao FC Porto pelo Benfica, que não vencia os dragões desde dezembro de 2014

AFP/Getty Images

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Poucos se recordarão desse FC Porto-Vilafranquense para os oitavos de final da Taça de Portugal em janeiro de 2004, mas foi aí que pela primeira vez a história de Sérgio Conceição e Rui Vitória se cruzou: por um lado, o extremo apontou aí aquele que seria o último golo oficial pelos azuis e brancos (4-0), num regresso após cinco anos e meio de Serie A italiana ao serviço de Lazio, Parma e Inter; por outro, o então jovem técnico defrontou pela primeira vez os dragões, na altura comandados por José Mourinho naquela que seria uma temporada de sonho que iria fechar com a conquista da Champions, com o Mónaco.

Sérgio Conceição. Da relação com Jesus no Felgueiras ao último golo em Portugal a Rui Vitória

As épocas foram-se sucedendo, Vitória foi subindo a pulso até à Primeira Liga, mas havia algo que nunca mudava: a capacidade, ou neste caso incapacidade, de vencer os portistas no tempo regulamentar. E o mais próximo disso conseguiu-o no Fátima, quando conduziu a equipa a um empate a zero com sabor a vitória face ao sucesso no desempate por grandes penalidades a contar para a Taça da Liga, que tinha nessa época de 2007/08 a sua estreia no calendário nacional. Seguiu-se mais um empate e uma derrota no P. Ferreira e mais dois empates e sete derrotas no V. Guimarães.

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Chegado ao Benfica, e como fez questão de reforçar com os dedos bem levantados na conferência de imprensa, já soma seis títulos (dois Campeonatos, uma Taça de Portugal, uma Taça da Liga e duas Supertaças) contra dois de FC Porto e Sporting, os principais rivais, mas continuava com esse vazio no currículo: na Primeira Liga de 2015/16, os encarnados perderam por 1-0 no Dragão (André André, 86′) e 2-1 na Luz (Mitroglou, 18′; Herrera, 28′ e Aboubakar 65′); em 2016/17, dois empates a um no Dragão (Diogo Jota, 50′; Lisandro López, 90+2′) e na Luz (Jonas, 7′; Maxi Pereira, 50′); em 2017/18, nulo no Dragão e derrota na Luz por 1-0 (Herrera, 90′). Este domingo, ao 20.º encontro, Rui Vitória conseguiu finalmente vencer os azuis e brancos.

E o triunfo carimbado com um golo solitário de Seferovic acabou por ter outro aspeto paralelo a dificultar a tarefa. Pela terceira vez consecutiva, o Benfica acabou reduzido a dez unidades por vermelho por acumulação a um defesa central – depois de Conti, expulso a poucos minutos do final da deslocação a Desp. Chaves e antes do empate dos transmontanos, e de Rúben Dias, excluído ainda antes do intervalo do jogo na Grécia com o AEK Atenas quando as águias venciam por 2-0 (ganharam por 3-2 mas chegaram a consentir de forma momentânea o empate), desta vez foi Lema, que fazia a estreia como titular, a ver também o segundo amarelo a cerca de dez minutos dos 90′. No entanto, e pela primeira vez, o conjunto de Rui Vitória não sofreu qualquer golo e segurou os três pontos que permitem subir ao primeiro lugar da Liga, com os mesmos pontos do Sp. Braga.

[clique na imagem para ver o lance que originou o segundo amarelo a Lema]

De referir que o Benfica não tinha um jogador expulso num clássico na Luz frente ao FC Porto desde março de 2012, num polémico jogo arbitrado por Pedro Proença que terminou com a vitória dos dragões por 3-2 com golo de Maicon aos 87′, depois de Hulk, Cardozo (bis) e James Rodríguez também já terem marcado, onde Emerson viu o segundo amarelo aos 77′.

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