Jornalismo

Observador ganha prémio de jornalismo na área da Dor

A reportagem "A Enxaqueca é muito mais do que uma dor de Cabeça", da jornalista Vera Novais, ganhou o 2º lugar da 7ª edição do Prémio de Jornalismo na área da Dor, da Fundação Grünenthal e da APED.

Os prémios foram atribuídos tendo em conta critérios como a criatividade, a investigação, a relevância e a qualidade das peças jornalísticas

kitzcorner/Getty Images/iStockphoto

A reportagem “A enxaqueca é muito mais do que uma dor de cabeça”, da jornalista do Observador Vera Novais, foi distinguida com o segundo prémio da sétima edição do Prémio de Jornalismo na área da Dor, da Fundação Grünenthal e da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED).

A reportagem “O Mal Entendido: As Doenças a que Chamamos Cancro”, da jornalista Miriam Alves, da SIC, recebeu o primeiro prémio e foram ainda atribuídas menções honrosas às jornalistas Liliana Valente e Sibila Lind, pela reportagem “Eis que Fazem Novas Todas as Coisas”, publicada no Público. Os premiados foram escolhidos “tendo em conta critérios como a criatividade, a investigação, a relevância e a qualidade das peças jornalísticas”. Os dois prémios atribuídos foram de dois mil e mil euros, para o primeiro e segundo vencedor, respetivamente.

“O Prémio de Jornalismo na área da Dor é um prémio promovido anualmente pela Fundação Grünenthal, com o apoio da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), e tem como objetivo incentivar e reconhecer o interesse e qualidade dos trabalhos jornalísticos na área da Dor”, refere a organização em comunicado. Os prémios foram entregues esta sexta-feira, no VI Congresso da APED.

A Fundação Grünenthal é uma entidade sem fins lucrativos para investigação e promoção da cultura científica na área das ciências médicas, com foco no estudo da dor e tratamento. Já a APED “tem como objetivos promover o estudo, o ensino e a divulgação dos mecanismos fisiopatológicos, meios de prevenção, diagnóstico e terapêutica da dor em Portugal, de acordo com os parâmetros estabelecidos pela International Association for the Study of Pain e pela Organização Mundial de Saúde”.

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