O primeiro-ministro afirmou esta segunda-feira que “todos” os ministros agora remodelados – Azeredo Lopes (Defesa), Manuel Caldeira Cabral (Economia), Adalberto Campos Fernandes (Saúde) e Luís Filipe Castro Mendes (Cultura) – pediram para abandonar as suas funções no executivo.

“Foram todos a pedido dos próprios, como consta do decreto do senhor Presidente da República”, declarou António Costa, depois de interrogado se, tirando o caso do pedido demissão de Azeredo Lopes – que foi público na sexta-feira -, também os restantes ministros lhe tinham solicitado a sua exoneração.

O líder do executivo falava aos jornalistas no Palácio de Belém, após a cerimónia de posse dos novos ministros: João Gomes Cravinho (Defesa), Pedro Siza Vieira (Economia), Graça Fonseca (Cultura) e Marta Temido (Saúde).

António Costa referia-se à nota que foi divulgada no portal da Presidência da República na Internet, na qual se lê que: “o Presidente da República aceitou hoje [domingo] as propostas do primeiro-ministro de exoneração dos atuais ministros da Cultura, da Saúde e da Economia, a seu pedido, e dos ministros Adjunto e do Ambiente”.

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