Presidente da República

Presidente da República defende programa nacional de formação preventiva para crianças

O Presidente da República defende que as crianças devem aprender a lidar com fenómenos como o dos incêndios florestais e que "percebam o [drama dos incêndios] que se está a viver".

NUNO ANDRÉ FERREIRA/LUSA

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu esta terça-feira a criação de um programa de formação preventiva para as crianças aprenderem a lidar com fenómenos como o dos incêndios florestais.

“É preciso que os jovens e as crianças do resto do país percebam o [drama dos incêndios] que se está a viver aqui senão continuamos a várias velocidades: aqui vive-se a uma velocidade e a 300 quilómetros vive-se a outra velocidade”, disse o chefe de Estado, no Centro Escolar de Nelas, no distrito de Viseu, onde presidiu à cerimónia de distribuição do livro “Bombeirito na floresta”.

Rodeado de dezenas de crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo, Marcelo Rebelo de Sousa foi muito interativo com os mais novos nos ensinamentos de como se deve cuidar da floresta e do “que não deve ser feito”.

O livro “Bombeirito na floresta”, editado pelo Jornal do Centro, com ilustrações do designer Luís Belo, ensina as crianças a defender e a proteger a floresta e foi distribuído no Centro Escolar de Nelas.

“É um exemplo muito feliz fazer formação preventiva muito simples, muito direta, com crianças do pré-escolar e primeiro ciclo, pois eles acabam por contagiar os pais, avós e a família”, sublinhou aos jornalistas.

O Presidente da República lamentou, no entanto, que este tipo de iniciativas exista “só nas áreas afetadas pelos fogos”, defendendo que devia ser também replicadas “nas áreas metropolitanas”.

“Era preciso um programa nacional, que aquilo que foi feito [em Nelas] por um agrupamento escolar fosse feito um pouco por todo o país”, salientou.

Marcelo Rebelo de Sousa disse ainda esperar que o Estado, as autarquias e as várias instituições “colaborem no sentido de sensibilizarem o Portugal metropolitano” para a questão dos incêndios florestais.

O chefe de Estado referiu também que, apesar de existirem preocupações de profissionalização dos bombeiros, “nunca será possível substituir o lado do voluntariado, que os liga às comunidades, que precisam dessa vida”.

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