Moçambique

Presidente moçambicano lança hoje campanha agrária 2018/2019 no norte do país

O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, tem expectativas de crescimento desta campanha face à anterior. Os últimos dados sobre o setor agrário apontam para um crescimento de 5%.

ANTÓNIO SILVA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, procede esta quinta-feira ao lançamento da campanha agrária 2018/2019 no distrito de Balama, na província de Cabo Delgado, norte do país, desde já com expectativas de crescimento face à anterior.

O lançamento da campanha Agrária 2018/2019 decorre sob o lema sob o lema “Moçambique no aumento da produção e da produtividade rumo a fome zero” e o evento contará com a presença do ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, Higino Marrule, segundo um comunicado da Presidência da República distribuído à imprensa.

Os últimos dados sobre o setor agrário em Moçambique apontam para um crescimento de 5% no primeiro semestre deste ano, apesar de várias pragas terem ameaçado a produção.

O incremento “é consentâneo com a avaliação positiva da campanha agrícola 2017/2018”, lê-se no balanço semestral do Plano Económico e Social do Governo, disponibilizado pelo Ministério da Economia e Finanças. “As colheitas da primeira época são boas, pese embora, na região sul, parte delas terem-se perdido devido à irregularidade da chuva e a temperaturas altas registadas nos meses de outubro e novembro 2017”, acrescenta o documento.

As estimativas indicam que haverá crescimento (entre 04% a 17%) na produção de culturas alimentares (cereais, leguminosas, raízes e tubérculos), relativamente a igual período 2017.

Para as culturas de rendimento, o balanço semestral aponta igualmente para crescimentos da ordem de 16% para oleaginosas e 10% para hortícolas. Os indicadores para produtos específicos são otimistas para o algodão (53%), mas preveem quebras para a banana (23%), sisal (40%), caju (07%) e chá (1,7%).

A produção de cana de açúcar deverá crescer 20% em relação à campanha anterior, mas ainda assim abaixo do esperado: “a baixa produção é consequência da redução da produtividade das áreas pelos efeitos de pragas e doenças, bem como da redução da qualidade de solos devido a intrusão salina”, lê-se no documento.

O balanço semestral do Plano Económico e Social do Governo aponta também para crescimento de produtos de origem animal e da área das pescas.

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