Serviço Nacional de Saúde

Dívida do SNS ficará entre 400 e 450 milhões de euros no fim do ano afirma o secretário de Estado

O Ministério da Saúde estima fechar o ano com uma dívida dos hospitais aos fornecedores entre 400 e 450 milhões de euros, segundo o secretário de Estado, acima de previsões apontadas.

CARLOS BARROSO/LUSA

O Ministério da Saúde estima fechar o ano com uma dívida dos hospitais aos fornecedores entre 400 e 450 milhões de euros, segundo o secretário de Estado da Saúde, acima de previsões apontadas no fim de outubro.

Esta terça-feira no parlamento, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, apontou para que no fim deste ano a dívida em atraso do Serviço Nacional de Saúde a fornecedores se reduza para entre 400 e 450 milhões de euros, quando no fim do terceiro trimestre a dívida se situava acima dos 860 milhões de euros.

No final do mês passado, o Ministério da Saúde estimava que o valor das dívidas em atraso no Serviço Nacional de Saúde se reduzisse para 350 milhões de euros no fim de dezembro de 2018.

O valor apresentado pelo secretário de Estado Adjunto e da Saúde no parlamento é superior a uma previsão avançada pelo Ministério da Saúde num comunicado em que anunciava a aprovação de 500 milhões de euros para os hospitais pagarem dívidas.

Segundo Francisco Ramos já foram pagos 100 milhões de euros e até ao fim do ano devem ser pagos os restantes 400 milhões.

A transferência de 500 milhões serve exclusivamente para pagar dívidas em atraso, sendo que a distribuição foi realizada por todos os hospitais de forma transversal.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Saúde

Inovação em Saúde: oito tendências e um caminho

Luís Lopes Pereira

Em Portugal já existem terapêuticas alvo de contratos baseados no valor. Mas a difícil e demorada contratação pública e a dependência do Ministério das Finanças têm limitado a autonomia para inovar.

Inovação

Web Summit e provincianismo

Fernando Pinto Santos

Porque é a investigação académica tão desconsiderada em Portugal? Talvez porque moldes ou toalhas não sejam tão glamorosos como uma app com um nome estrangeiro numa conferência com o nome de Summit.

Bragança

Bragança tem gente culta e fica aqui

Nuno Pires

“Bragança fica longe de Lisboa, é certo, mas também Lisboa de Bragança. Porém, estamos mais perto de Madrid, Paris, Salamanca, Barcelona e do resto da Europa”

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)