Quando, no final de Julho de 2017, a Rolls-Royce apresentou a oitava geração do Phantom (e a segunda desde que a marca pertence ao Grupo BMW), a marca britânica fez questão de posicionar o saloon de quatro portas como “o automóvel mais luxuoso do mundo”. Passado pouco mais de um ano, eis que o reputado preparador Mansory veio provar, uma vez mais, que no seu entender não há limites para o luxo.

A companhia de Munique, que se dedica sobretudo a transformar modelos de marcas como a Bugatti, Bentley, Ferrari ou Lamborghini, concentrou-se agora em propor uma série de alterações para o Phantom, algumas das quais podem até ser vistas como de gosto duvidoso, nomeadamente no que toca ao esquema de cores.

Na sua mais recente geração, a estética deste Rolls foi revista com o intuito de conferir ao modelo um look mais clean e elegante. Sucede que o kit proposto pela Mansory acaba por fazer com que o icónico Phantom perca grande parte do seu charme, tornando-o excessivamente exuberante. Por exemplo, as jantes de 22 polegadas, que já não passavam despercebidas, foram trocadas por outras ainda mais “gigantescas”, com 24 polegadas.

23 fotos

A boa notícia é que o preparador não se ficou só por tentar “melhorar” o que já era bom,: também puxou para cima o V12 de 6,75 litros, que passa a debitar 610 cv (antes 571 cv e 900 Nm de binário máximo). O sistema de escape foi também substituído, deduzindo nós que emitirá agora uma sonoridade mais entusiasmante.