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França

Macron reúne-se com parceiros sociais na segunda-feira

As cinco confederações sindicais representativas e as três organizações patronais são recebidas na segunda-feira pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, no Eliseu, indicaram fontes sindicais.

JULIEN DE ROSA/EPA

Autor
  • Agência Lusa

As cinco confederações sindicais representativas (CGT, CFDT, FO, CFE-CGE e CFTC) e as três organizações patronais (Medef, CPME e U2P) são recebidas na segunda-feira pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, no Eliseu, indicaram este domingo fontes sindicais.

O Eliseu anunciou, por seu turno, que Macron vai receber na mesma altura os presidentes do Senado, Gérard Larcher, da Assembleia Nacional, Richard Ferrand, e do Conselho Económico, Social e Ambiental (CESE), Patrick Bernasconi.

“O Presidente da República pretende reunir o conjunto das forças políticas, territoriais, económicas e sociais neste momento grave que a Nação atravessa, para ouvir (…) as suas propostas e com o objetivo de as mobilizar para agir”, explicou a mesma fonte.

O chefe de Estado encontrar-se-á com os parceiros sociais após um fim de semana marcado por mais protestos do movimento dos “coletes amarelos”, que juntaram nas ruas de França cerca de 136.000 manifestantes.

Os parceiros sociais foram recebidos a 30 de novembro pelo primeiro-ministro, Édouard Philippe, a quem pediram medidas rápidas e concretas.

Na sexta-feira realizou-se uma primeira mesa-redonda no Ministério do Trabalho e estes encontros regulares visam permitir que Governo e parceiros sociais reflitam em conjunto duas vezes por semana sobre cinco temas: transportes, habitação, poder de compra, acessibilidade aos serviços públicos e fiscalidade.

Perto de 2.000 pessoas foram identificadas em França no sábado, das quais mais de 1.700 foram detidas, no âmbito das manifestações dos “coletes amarelos”, indicou hoje o Ministério do Interior. Durante os protestos ficaram feridas 135 pessoas, 17 das quais polícias.

O movimento, que começou há algumas semanas em protesto contra o aumento do preço dos combustíveis, ampliou depois as reivindicações à recuperação do poder de compra e tem pedido a demissão de Macron.

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