Rádio Observador

Inglaterra

Príncipe Harry não quer que Meghan Markle sofra como a mãe

253

O príncipe Harry está cada vez mais obcecado em proteger Meghan, para que esta não sofra com a pressão mediática que a mãe sofreu. Este é aparentemente um dos fatores que gera tensão na família real.

Da esquerda para a direita: Os príncipes William e Harry acompanhados das duquesas Meghan Markle e Kate Middleton

Getty Images

Há já algum tempo que correrem rumores da inimizade existente entre as cunhadas Kate Middleton e  Meghan Markle e também não é novidade para ninguém que esse facto tem levado a uma crescente tensão entre os respetivos maridos, os príncipes William e Harry. Mas agora há uma explicação para essa tensão. Emily Andrews, uma das jornalistas acreditadas no Palácio de Buckingham, a residência oficial da família real britânica, revela que esta tensão surgiu devido à obsessão de Harry querer proteger a sua mulher para que não seja vítima da pressão sofrida por Lady Di, sua mãe. E se antes tinha a proteção da cunhada, a duquesa de Cambridge, agora já não é bem assim.

O príncipe Harry, segundo fontes de Buckingham, está muito marcado pela história de vida da mãe e “não suporta nenhuma crítica sobre Meghan”, conta a jornalista ao jornal espanhol El País. 

Harry sente que não pôde proteger a mãe, por isso, faz tudo para proteger a sua mulher. É a sua forma de desvanecer o seu sentimento de culpa. É tão protetor que vê muitas vezes críticas negativas onde elas não existem”, revela Emily Andrews.

Se na altura em que Harry apresentou Meghan a William, este demonstrou algumas reservas em relação à “eleita” pelo irmão e foi Kate a fazer ver o marido de que Meghan não seria uma má escolha, agora não é bem assim. A tensão entre os dois irmãos vai-se intensificando.

No documentário, The Diana Story,  o mordomo da Lady Di, Paul Burrell, conta que após a morte da princesa Diana, os filhos fizeram a partilha das jóias da mãe para que um dia as passassem para as futuras mulheres. Na altura, Harry ficou com uma jóia Cartier, que a sua mãe recebera do avô Spencer no 21º aniversário, mas acabou por a ceder depois ao irmão, para que ele pudesse oferecê-la a Kate Middleton. Harry, fê-lo porque considerou que “era melhor que a jóia fosse para alguém que um dia se sentará no trono de Inglaterra”, revela o mordomo. Este é um dos exemplos do passado marcado de Harry e da ligação com a mãe.

Outro exemplo da obsessão de Harry em proteger Meghan é ter decidido instalar-se em Windsor, longe da correria da corte e da pressão mediática. Para que a sua mulher não se sentisse mal com a mudança, decidiu oferecer uma vivenda à mãe de Meghan perto da do casal.

Harry é habitualmente muito reservado no que toca à vida pessoal. Contudo, numa entrevista publicada no jornal The Telegraph em 2017, falou sobre os momentos que sucederam à morte da mãe e confessou que teve de recorrer a ajuda profissional aos 28 anos.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros de órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

Não custa nada – ou custa muito pouco. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Política

Alguns mitos da democracia portuguesa /premium

André Abrantes Amaral

Alguns mitos desta democracia: que está tudo bem, que os portugueses são racistas e que a direita não existe porque é socialista. Contudo, como sucede com os verdadeiros mitos, estes também são falsos

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)