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Carro voador já voa (mas mal). Este despenhou-se

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Se estava à espera de dar uma volta num dos primeiros carros voadores, é melhor esperar um pouco mais. O veículo da Detroit Flying Cars descolou, só para cair de seguida e com alguma violência.

É um facto que os automóveis voadores podem resolver alguns dos problemas de trânsito com que lidam usualmente todos os outros veículos não voadores. Mas estão expostos a novos perigos, que derivam directamente da sua capacidade de voar. Este, da Detroit Flying Cars, descolou durante um teste e, incapaz de se manter em voo, caiu com estrondo.

A Detroit Flying Cars não é a mais conhecida das empresas que persegue o estatuto de ser a primeira a oferecer o primeiro automóvel capaz de voar ou, se quiserem, o primeiro avião capaz de circular pela estrada. O seu veículo, com o nome de código WD-1, parece um carro com uma formas estranhas, uma imensa asa traseira que faz lembrar as mais exageradas do tuning, colocada imediatamente à frente de um hélice de grandes proporções. Isto até entrar em modo de voo, o que acontece quando umas asas extensíveis saem dos painéis laterais, duas à frente e outras tantas atrás, para conferir ao WD-1 a desejada sustentação no ar.

Com capacidade para dois, o veículo da Detroit Flying Cars é capaz de circular pela estrada movido exclusivamente pelo motor eléctrico de 40 kW (54 cv), com a bateria a assegurar uma autonomia de 80 km, ou 640 km se recorrer ao motor de combustão para recarregá-la. Este motor a gasolina serve, sobretudo, para fazer voar o WD-1, debitando 100 cv, o que é capaz de colocar no ar o aparelho e os seus dois ocupantes, ali permanecendo durante 640 km, a uma velocidade máxima de 200 km/h.

Durante uns testes no aeródromo de Willow Run, no Michigan, o WD-1 alegadamente descolou de forma não desejada pelo piloto – e fundador da Detroit Flying Cars –, para de seguida regressar ao solo como alguma violência, quebrando o trem de aterragam, também conhecido pelas rodas do automóvel, danificando igualmente as asas com uma envergadura de oito metros.

A Federal Aviation Administration está já a investigar o incidente, mas ao que parece, quando o piloto recuperar dos ferimentos ligeiros, vai continuar a voar só, pois esta breve experiência, não muito positiva, vai certamente desencorajar futuros candidatos a co-piloto.

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