INEM

Já foi reposto o helicóptero de Macedo de Cavaleiros que se despenhou

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O INEM substituiu o helicóptero de Macedo de Cavaleiros por outro melhor graças a um "grande esforço", disse o presidente do Instituto. A tripulação para a aeronave também está assegurada.

INEM diz que foi feito um "grande esforço" para substituir helicóptero destruído

Tiago Petinga/LUSA

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O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) já substituiu o helicóptero de Macedo de Cavaleiros que este sábado se despenhou na Serra de Santa Justa, confirmou o presidente do Conselho Diretivo do instituto. O helicóptero será “melhor” do que o anterior, disse Luís Meira: “Foi feito um esforço gigantesco. O serviço vai continuar a ser prestado com a máxima eficácia possível neste momento. Os portugueses podem continuar a confiar no Instituto”, garantiu.

Em comunicado, o INEM já tinha explicado que a aquisição do novo helicóptero se tratou de um “esforço conjunto entre o INEM e a empresa que fornece o serviço de helitransporte ao Instituto”. O Instituto também sublinhou que será assegurada a tripulação para a aeronave (médico, enfermeiro e pilotos). Benjamim Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, confirmou isso mesmo ao jornalistas esta segunda-feira: “Quero louvar a atitude tão célere do INEM e do governo que ouviu as nossas apreensões. Este serviço para nós é essencial”.

Este dispositivo afeto ao Serviço de Helicópteros de Emergência Médica permite colocar “24 horas por dia ao serviço dos cidadãos, quatro helicópteros exclusivamente dedicados à emergência médica, com as respetivas bases localizadas em Macedo de Cavaleiros e Évora (helicópteros ligeiros) e Santa Comba Dão e Loulé (helicópteros médios)”, refere a nota enviada este domingo.

Além da reposição do helicóptero, o INEM assegura ainda que uma das principais preocupações passa também por assegurar o “acompanhamento e apoio que é necessário assegurar às famílias em luto e aos próprios profissionais do INEM”.

O Instituto gostaria de deixar expresso o seu agradecimento a todos os operacionais do INEM e demais agentes de Proteção Civil que, em condições particularmente difíceis, tudo fizeram para que o helicóptero acidentado fosse rapidamente encontrado”, acrescenta o INEM na nota enviada.

“Este é, naturalmente, um momento particularmente difícil e extremamente doloroso para a nossa instituição e seus profissionais, agradecendo-se todas as numerosas mensagens de solidariedade recebidas”, escreve o INEM, salientando ainda “o trabalho das diversas equipas de psicólogos” que prestaram apoio, e vão continuar a fazê-lo “enquanto necessário”, aos familiares das vítimas e aos operacionais do Instituto.

Segundo Luís Meira, as corporações do INEM estão “afetadas” pelo incidente de sábado: “Estas coisas não nos passam ao lado e servem para nos confrontar com as dificuldades que passamos na prestação do socorro. Tentamos dar as melhores condições de trabalho, mas é impossível dizer que há risco zero e estamos todos cientes disso”, afirmou. Sobre a atuação do INEM quando o alerta da queda foi dado, o presidente disse que “a prioridade foi, numa primeira fase, o socorro e a assistência”: “Numa segunda fase, prestámos assistência aos familiares e aos operacionais, até aos que não eram do INEM”, sublinha ele.

Este sábado, um helicóptero do INEM despenhou-se na Serra de Santa Justa, em Valongo, provocando quatro vítimas mortais: um médico, uma enfermeira e dois pilotos que regressavam do Porto para a base, Macedo de Cavaleiros, depois de terem feito o transporte de uma mulher de 76 anos com problemas cardíacos graves do Hospital Distrital de Bragança para o Hospital de Santo António, no Porto.

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