Com a goleada desta noite frente ao Nacional, o Sporting está na melhor série de vitórias consecutivas desde 2016: sete. Com a goleada desta noite frente ao Nacional, o Sporting marcou 25 golos em seis jogos, numa média de 4,2 golos por jogo. Com a goleada desta noite frente ao Nacional, o Sporting igualou o FC Porto como a equipa com mais resultados gordos esta temporada (três, dois deles por reviravolta). Com a goleada desta noite frente ao Nacional, o Sporting manteve o segundo lugar do Campeonato, realizou uma grande segunda parte que compensou uma entrada em falso e avolumou o já impressionante arranque de Marcel Keizer, naquele que é já o melhor início de sempre de um treinador do leões.

Ainda assim — e apesar do resultado por números expressivos que em muito contribui para a componente psicológica –, o Sporting esteve a perder em casa por dois golos de diferença e voltou a não conseguir terminar um jogo com a baliza inviolável, situação que, até à vitória a meio da semana com o Vorskla, se arrastava há cinco partidas consecutivas.

Marcel Keizer pegou numa equipa de Alvalade que à décima jornada era o 4.º melhor ataque do Campeonato e catapultou-a para o topo da tabela, apenas três jornadas depois, com 12 golos em três jogos (o Sporting marcou já 30 golos desde o início da temporada). Na verdade, há cinco anos que os leões não marcavam tantos golos até à 13.ª jornada: é preciso recuar até 2013/14 e à era Leonardo Jardim para encontrar um registo superior (com o madeirense, o Sporting marcou 33 golos nos 13 primeiros jogos). Recuando ainda mais, há 11 anos que o clube de Alvalade não vencia dois jogos consecutivos para o Campeonato por reviravolta. Mais ainda: há 68 anos que os verde e brancos não carimbavam duas remontadas consecutivas com goleadas.

Num panorama mais pessoal e personalizado, Mathieu estreou-se a marcar esta temporada, Bruno Fernandes bisou pela terceira vez esta época e Bas Dost converteu a quinta grande penalidade do ano: o Sporting é já a equipa com mais golos marcados através de penáltis da Europa (oito, contra sete do Lille).