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Pesca

Armadores satisfeitos com aumento nas quotas de pesca mas querem mais apoios

O aumento na possibilidade de pesca para 2019 traduziu-se em 131 mil toneladas. Contudo, a Associação dos Armadores salientou que o setor também precisa de apoios e de uma reformulação da legislação.

O aumento para 131 mil toneladas na possibilidade de pesca para 2019 representa "um novo máximo histórico"

HANDOUT/EPA

O presidente da Associação dos Armadores das Pescas congratulou-se esta quarta-feira com o aumento para 131 mil toneladas na possibilidade de pesca para 2019, mas salientou que o setor também precisa de apoios e de uma reformulação da legislação.

O presidente da Associação dos Armadores das Pescas Industriais (ADAPI), Pedro Jorge Silva, reagia em declarações à agência Lusa ao anúncio da ministra do Mar, esta madrugada, de um aumento para as 131 toneladas nas possibilidades de pesca para 2019, o que representa “um novo máximo histórico”.

“As medidas anunciadas hoje são positivas, mas não são surpreendentes. Isto vem em linha com o que estávamos à espera porque a proposta também era francamente simpática, mas também não podia deixar de ser porque há todo um trabalho de ajustamento feito no passado para que se conseguisse a sustentabilidade dos recursos”, disse.

Contudo, Pedro Jorge Silva sublinha que, apesar do aumento ser importante, o setor da pesca não se resume só a stocks e quotas, mas também a outras questões importantes.

“Nomeadamente a questão do mercado, dos apoios à frota, da questão da legislação que devia ter sido reformulada — há duas legislaturas andamos a pedir e que ainda está por atualizar. Claro que ficamos mais tranquilos, do que há anos atrás, com este aumento, mas é preciso atacar outras coisas que a frota precisa para sobreviver”, disse.

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