Estados Unidos da América

EUA fazem novos exames a menores sob sua custódia após morte de segunda criança migrante

As autoridades dos EUA vão realizar novos exames médicos a todos os menores sob a sua custódia, após a morte de uma segunda criança migrante este mês. Os exames serão feitos a crianças até 10 anos.

A 8 de dezembro, uma menina de sete anos, também de nacionalidade guatemalteca, morreu de desidratação, dois dias depois de ter atravessado ilegalmente a fronteira do México para os Estados Unidos

EDWIN BERCIAN/EPA

As autoridades norte-americanas informaram que estão a realizar novos exames médicos em todos os menores que estão sob sua custódia, uma ação que surge após a morte de uma segunda criança migrante este mês. A autoridade de vigilância das fronteiras, a Customs and Border Protection (CBP), informou na terça-feira em comunicado que está a focar os exames nas crianças com idades até aos dez anos.

Uma criança de oito anos da Guatemala morreu sob custódia do Governo dos Estados Unidos. O rapaz morreu esta terça-feira pouco depois da meia noite do dia de Natal.

A criança mostrou “sinais potenciais de doença” na segunda-feira e foi levada, juntamente com o pai, a um hospital em Alamogordo, no Estado do Novo México, onde lhe foi diagnosticada uma gripe e febre, sendo-lhe receitado amoxicilina e ibuprofeno. O menino voltou ao hospital à noite com náuseas e vómitos e morreu quatro horas depois, segundo a CBP.

A 8 de dezembro, uma menina de sete, também de nacionalidade guatemalteca, morreu de desidratação, dois dias depois de, juntamente com a sua família, ter atravessado ilegalmente a fronteira do México para os Estados Unidos. O corpo da criança, Jakelin Caal, foi devolvido à remota aldeia da sua família na segunda-feira.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)