Olhar, ouvir, tocar, cheirar e saborear são atividades que dependem dos cinco sentidos. A visão, a audição, o tato, o olfato e o paladar elevam o ser humano à condição de ser único na natureza. E a tecnologia tem vindo a adaptar os equipamentos, potenciando estes sentidos.

É que apesar de existirem animais com olfato mais poderosos que o do homem, como os cães, ou que possuem uma visão mais aguçada, como as águias, nenhum animal desenvolveu uma combinação de sentidos tão abrangente como o ser humano. É justamente esta versatilidade, que depende diretamente da integração dos diversos sentidos presentes no organismo com o ambiente, que nos dá a capacidade de sobrevivência. Vemos os obstáculos, ouvimos estrondos, tocamos o objeto aguçado, cheiramos o queimado e saboreamos o azedo. A “culpa” tem nome. Chama-se Sistema Nervoso Sensorial e é o responsável, através de uma diversidade de recetores, por enviar informações referentes ao meio interno e externo do corpo humano ao Sistema Nervoso Central.

Tentar perceber a correlação dos sentidos pode ser um desafio. Andar de montanha russa dá vertigens e faz “frio” na barriga. Ver uma imagem de um dedo a levar com um martelo dá-nos a sensação de dor. Alguns padrões de cor e formas dão-nos a ilusão de vibração. Olhar para uma imagem de uma estrada com curvas pode desde logo deixar-nos enjoados. Esta é a magia dos sentidos.

A sofisticada visão

Sofisticado. Esta é, provavelmente, a melhor maneira de definir o sistema visual humano. A visão configura-se a partir da perceção que os olhos têm da luz, o nos permite perceber a forma, a distância, o tamanho e a cor de objetos. Muito defendem que a visão é a rainha dos sentidos. Perder a capacidade de ver o pôr-do-sol, o sorriso de um filho, a emoção espelhada no rosto de um momento é algo único.

Na visão, e apesar de ser o olho que capta a luz, quem perceciona as imagens do ambiente é o cérebro. A luminosidade que entra pelo cristalino é projetada sobre a retina, cujas células nervosas sensíveis levam a imagem através dos nervos óticos para que o encéfalo as interprete. Sofisticado, portanto.

A poderosa audição

O som é muitas vezes descrito como uma energia mecânica vibratória que reverbera pelo ar. Quanto mais agudo, maior será o número das vibrações. Estas ondas sonoras propagam-se até chegar aos ouvidos são interpretadas pelo córtex cerebral, o que constitui o sentido da audição. É possível ouvir os diferentes sons e barulhos devido às distintas frequências de cada onda sonora. Se enquanto uns defendem que a visão é a tal rainha dos sentidos, outros garantem que o chilrear dos pássaros, o correr da água pelo ribeiro, a música dos instrumentos e a primeira vez que se ouve “mãe” bate todos os pôr-do-sol. A verdade é que é no seu todo e na exploração completa destes sentidos que o ser humano se distingue.

O desafiante paladar

Desde sempre o ser humano desafiou descobrir e testar novos sabores. Sobretudo o ser omnívoro, que se alimenta de qualquer fonte, que experimenta de tudo, confia no sentido do paladar para decidir o que deve ou não comer. Todos sabemos que as crianças tendem a rejeitar alguns tipos de alimentos, principalmente os amargos. É o instinto de sobrevivência a tentar proteger o organismo já que, na natureza, as plantas venenosas tendem a ser amargas. Com os sabores azedos é praticamente a mesma coisa. Na natureza, o gosto azedo pode indicar que o alimento não está maduro ou que está estragado. Entretanto, o ser humano tende a ter uma predileção pelos sabores que oferecem os nutrientes do qual necessitam, como o açúcar e as comidas salgadas. Apreciam o sal porque precisam dele para repor a perda desse composto pelo suor. E, acima de tudo, saboreiam alimentos doces porque o açúcar significa energia.

Assim, o organismo precisa reconhecer estes sabores diferentes quase que instantaneamente, sendo equipado com a estrutura da língua, que leva o ser humano, além de apreciar uma gama de alimentos, ao topo do que é seguro alimentar-se.

O sensato olfato

Apesar de ter um sistema olfativo menos desenvolvido quando comparado ao da maioria dos animais, o ser humano é particularmente sensível a odores desagradáveis. O olfato capta energia química numa troca de partículas que chegam pelo ar através dos recetores do bulbo olfativo da cavidade nasal.

O poderoso tato

Juntamente com a visão, o tato é um dos sentidos humanos mais desenvolvidos. O tato é utilizado para explorar o mundo, interagir no corpo-a-corpo com os objetos. Não há um órgão específico para esse sentido, pois todas as regiões do corpo humano apresentam os recetores. As sensações são recebidas através da pele, que nos permite ter a sensação de toque direto ao cérebro e sabermos se, por exemplo, algo está molhado ou seco, áspero ou macio.

Os recetores de tato monitoram também outras informações básicas, como o tipo de pressão, a temperatura ou as vibrações na pele.

Além dos cinco sentidos

O responsável pela descrição dos cinco sentidos foi Aristóteles, no século IV a.c.. No entanto, recentemente, pesquisadores de diversas áreas argumentam que a experiência humana com o ambiente é mais rica do que se imaginava e que as pessoas podem apresentar vários outros sentidos. Ou melhor, outras subdivisões de sentidos, ou perceções, como o equilíbrio, a termoceção ou a sinestesia. No entanto, a visão, o tato e a audição são, dos sentidos fundamentais, aqueles que mais potenciam a nossa condição de ser humano.

A pensar em tudo isto, a indústria das tecnologias tem vindo a adaptar os equipamentos por forma a potenciarem estes sentidos e a prolongarem a sua experiência.

Um exemplo disso é o novo Huawei Matebook X Pro, que aporta valores como inovação, design e conectividade.

Os atrativos

Prolongando a experiência que os consumidores têm com o seu smartphone, e enaltecendo o sentido do tato, o ecrã de 13.9’’ do Huawei Matebook X Pro… é precisamente tátil, permitindo navegar com precisão, de forma livre, suave e intuitiva com o toque de um dedo.

Uma das novidades do novo equipamento é o botão de energia One Touch, garantindo a marca ser possível verificar a impressão digital e fazer o login do sistema em apenas 7.8 segundos. O botão permite “acordar” rapidamente o PC e retomar o trabalho sem precisar reinserir uma senha.

Com um display FullView 3:2 de resolução 3K, de resto o primeiro notebook da marca com ecrã FullView, o sentido visão será potenciado pelo rácio ecrã-corpo de 91%, o que permite criar uma imagem quase sem margem.

A extensão do sentido audição está garantida pelas colunas quad. Em conjunto com a Dolby, a Huawei disponibiliza neste portátil woofers com graves profundos e ressonantes e tweeters com agudos nítidos. O microfone possui quatro pontos de receção do som.

Outra das “sinergias” que a Huawei aproveitou da sua presença no mundo dos telefones inteligentes são as baterias, consideradas, muitas vezes, o grande “drama” dos equipamentos. Isto porque ter alto poder de computação mas… por pouco tempo não é amigo da mobilidade. Assim, o Huawei Matebook X Pro tem incorporado uma bateria de 57,4 Wh num corpo fino, que quando está totalmente carregada permite uma autonomia de até 12 horas de reprodução de vídeo uma tarefa que, todos sabemos, é substancialmente consumidora de energia.

Já a câmara do equipamento, está agora discretamente embutida no teclado, em vez de estar como habitualmente no ecrã, aparecendo apenas quando o utilizador pressiona um botão, o que salvaguarda a sua privacidade. Ou seja, acabou a fita-cola a tapar a lente.

O portátil tem apenas 14,6 mm de espessura e um peso de 1,33 kg, o que claramente beneficia a tão desejada mobilidade.

Assim, o Huawei Matebook X Pro prima pela sua capacidade em estender e apurar os nossos sentidos, tudo envolto num elevado poder de computação, design atrativo e mobilidade.