Greve

Trabalhadores das rodoviárias de Santarém e Leiria em greve por melhores salários

Os trabalhadores pretendem alcançar "melhores salários, melhores condições de trabalho e o fim das várias discriminações entre motoristas" com esta greve de dois dias, que se prolonga até sábado.

Os trabalhadores das rodoviárias do Oeste, Lis e Tejo exigem o aumento do salário e a unificação das regras de trabalho nas empresas do Grupo Barraqueiro

Manuel Almeida/LUSA

Os trabalhadores das rodoviárias do Oeste, Lis e Tejo (distritos de Leiria e Santarém) iniciaram esta quinta-feira uma greve de dois dias para exigir o aumento do salário e a unificação das regras de trabalho nas empresas do Grupo Barraqueiro.

A greve teve início às 3h desta quinta-feira e prolonga-se até às 3h de sábado. Com esta paralisação, os trabalhadores pretendem alcançar “melhores salários, melhores condições de trabalho e o fim das várias discriminações entre motoristas”, salientou, numa nota, a União dos Sindicatos de Santarém, afeta à CGTP.

Na mesma nota, o sindicato acusa as administrações das empresas de “não adequar os salários à nova realidade do setor, escudando-se na proposta da associação patronal, já ultrapassada pela prática salarial noutras empresas do Grupo Barranqueiro”. Para esta quinta-feira, às 11h, está prevista uma concentração de trabalhadores em frente à sede do Grupo Barraqueiro, no Campo Grande, em Lisboa, com a presença do secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos.

Os trabalhadores já tinham realizado uma greve de dois dias no final de novembro, pelos mesmos motivos. As três transportadoras pertencem ao grupo Barraqueiro e à Transdev, numa proporção de 49% de participação cada uma, com os outros 2% a pertencerem à empresa-mãe, a Rodoviária do Tejo.

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