Rádio Observador

Museus

Visitantes do Museu Berardo aumentaram 28,8% em 2018

299

O Museu Bernardo recebeu 998.831 visitantes em 2018, representando um aumento de 28.8% relativamente ao ano anterior. Em 2017, tinha tido 775.517 entradas, menos 223.314 do que em 2018.

O ano em que o museu teve mais visitantes foi 2016, com 1.006.145 entradas

ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
Mais sobre

As entradas no Museu Coleção Berardo, em Lisboa, registaram uma subida de 28,8% em 2018, sendo o segundo ano com mais visitas desde a inauguração, em 2007, segundo as estatísticas divulgadas esta quinta-feira à agência Lusa pelo espaço museológico.

Instalado no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, o Museu Berardo recebeu 998.831 visitantes em 2018, tendo registado uma subida relativamente a 2017, ano em que se registaram 775.517 entradas.

O ano em que o museu teve mais visitantes foi 2016, com 1.006.145 entradas.

A exposição “Quel Amour!?” foi a temporária mais visitada em 2018, com um total de 98.131 visitantes até 31 de dezembro, – mas continua patente até 17 de fevereiro deste ano – seguindo-se “Linha Forma e Cor”, com 90.808 visitantes.

No que diz respeito às exposições temporárias inauguradas em 2018 e ainda patentes, a 31 de dezembro as contagens indicavam “O Fogo das Ideias”, com 57.798 visitantes, “Purple”, com 33.823, e “Saudade”, com 29.219 visitas.

Quanto às duas exposições permanentes do museu, os dados são os seguintes: “Coleção Berardo (1900-1960)”, com 233.705 entradas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro, e “Coleção Berardo (1960-2010)”, com 191.864 entradas, encerrada a 10 de outubro.

A exposição “Saudade” foi prolongada até dia 10 de fevereiro, depois de o encerramento ter estado previsto para o próximo domingo, dia 6 de janeiro.

Na sequência da renegociação do acordo entre o Estado e o colecionador e empresário José Berardo, que prolongou a instalação do museu por mais seis anos, renováveis, as entradas, gratuitas desde a inauguração, em 2007, passaram a ser pagas a partir de 01 de maio de 2017, mantendo o sábado como dia de entrada livre.

Em novembro de 2016, o Governo e o colecionador José Berardo assinaram uma adenda ao acordo firmado em 2006 para a criação do museu, cujo acordo terminava ao fim de dez anos.

No documento, ambas as partes concordaram em manter o museu no CCB por mais seis anos renováveis, alterando algumas normas, nomeadamente o pagamento das entradas, o apoio financeiro definido bienalmente e a atualização dos espaços ocupados pelo museu, que aumentaram desde 2006.

O museu abriu em junho de 2007, com um acervo inicial de 862 obras da coleção de arte de José Berardo, cedidas em regime de comodato (empréstimo) ao Estado até 2016, avaliadas em 316 milhões de euros pela Christie’s, em 2006.

Desde 1 de maio de 2017 que as entradas passaram a custar cinco euros, com descontos para jovens, seniores e visitantes com mobilidade reduzida, mantendo-se a entrada gratuita aos sábados.

O Museu Coleção Berardo ocupava o 65.º lugar na lista dos cem museus mais visitados do mundo em 2016, com 1.006.145 visitantes nesse ano, segundo o The Art Newspaper, publicação internacional especializada em arte contemporânea.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

Não custa nada – ou custa muito pouco. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Crónica

Museológica da batata /premium

Tiago Dores

Somos um povo com inclinação para a filosofia, com dotes de abstracção tão bons, tão bons, que acabamos por ser mais fortes a discorrer sobre museus imaginários do que a visitar museus reais.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)