Setúbal

Trabalhadores da Autoeuropa regressam esta sexta-feira ao trabalho após paragem de produção

Os trabalhadores da Autoeuropa fizeram uma paragem na produção, que teve início no dia 22 de dezembro, devido à falta de motores a gasolina. Esta sexta-feira regressam ao trabalho.

Os trabalhadores estão parados desde o dia 22 de dezembro, devido à falta de motores a gasolina

MARIO CRUZ/LUSA

Os trabalhadores da Autoeuropa regressam esta sexta-feira ao trabalho, depois de uma paragem de produção que teve início no dia 22 de dezembro devido à falta de motores a gasolina, confirmou à agência Lusa fonte da empresa.

A paragem de produção na Autoeuropa nada teve que ver com a greve dos estivadores do Porto de Setúbal, em protesto contra o elevado número de trabalhadores em situação de precariedade, mas com dificuldades de resposta de alguns fornecedores da fábrica de Palmela.

Com a mediação do Ministério do Mar, o conflito laboral no Porto de Setúbal, que se arrastava desde o início de novembro do ano passado, foi ultrapassado com a assinatura de um acordo no passado dia 14 de dezembro.

Esse acordo permitiu a integração de 56 trabalhadores precários nos quadros de pessoal das empresas Operestiva e Setulsete e garantiu a preferência dos restantes na distribuição de trabalho, face a outros trabalhadores que ainda não trabalham no Porto de Setúbal.

Segundo o gerente da Operestiva, Diogo Marecos, após a resolução do conflito laboral, “a Autoeuropa exportou um total de 13 mil veículos a partir do Porto de Setúbal, no período de 14 a 31 de dezembro do ano passado”. “Neste momento, a Autoeuropa tem cerca de 1.500 viaturas no Porto de Setúbal e mais oito mil em diversos parques secundários, designadamente na Base Aérea do Montijo”, acrescentou.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Crónica

Portugal, país-slime /premium

Helena Matos
153

Estão a ver aquela massa viscosa com que as crianças se entretêm? O slime, claro. Portugal está a tornar-se num país-slime, onde os valores são moldados a gosto e a responsabilidade não  existe.

Taxas Moderadoras

Capitulação do bom senso

Diogo Prates

O outro lado da demagogia desta maioria é que enquanto acabam com taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários, os antipsicóticos mais recentes deixaram de ter comparticipação a 100%. 

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)