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"Vamos destituir este filho da p***", diz congressista democrata sobre Trump

Este artigo tem mais de 3 anos

Recém-eleita congressista do Michigan usou a expressão "filho da p***" para se referir a Donald Trump. "Vou sempre dizer a verdade", disse ainda recusando-se a pedir desculpa.

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AFP/Getty Images

AFP/Getty Images

Pouco depois de ter tomado posse na Câmara dos Representantes, a congressista Rashida Tlaib, eleita pelo partido democrata no estado do Michigan, saltou para as páginas dos jornais por se ter referido a Donald Trump de forma bastante ofensiva: “Vamos destituir aquele filho da p***”, disse no calor do discurso.

O momento aconteceu quando a congressista discursava para um grupo de pessoas num evento festivo e informal patrocinado pelo grupo progressista MoveOn, em Washington D.C. Segundo a CNN, foi quando Rashida Tlaib recordava o momento em que foi eleita para o Congresso, nas eleições intercalares de novembro passado, que usou aquela expressão difamatória para se referir ao presidente dos EUA.

“Quando o teu filho olha para ti e diz ‘mãe, olha, ganhaste, os bullies perderam’, eu olho para ele e digo ‘querido, eles não vão ganhar porque nós vamos chegar lá e vamos destituir aquele filho da p***'”, disse esta quinta-feira, referindo-se a um impeachment a Donald Trump. O momento do discurso foi partilhado inicialmente no Twitter, em vídeo, por Nestor Ruiz, um ativista do grupo United We Dream. Entretanto, o vídeo já não se encontra no Twitter, mas o jornal Daily Mail publicou-o.

A congressista do Michigan, que é a primeira mulher americana-palestiniana a chegar ao Congresso norte-americano recusou-se a pedir desculpa pelo uso do palavrão, usando o Twitter para garantir que iria sempre “dizer a verdade”. Uma hora depois voltaria ao Twitter para insistir: “Isto não é apenas sobre Donald Trump. É sobre todos nós. Numa altura de crise constitucional, temos de nos erguer”, escreveu.

Tlaib tem sido, de resto, uma das maiores defensora do impeachment de Donald Trump, apesar de a posição oficial dos democratas no Congresso ser bastante mais cautelosa quanto a um pedido de destituição do presidente norte-americano.

As palavras duras da recém-eleita representante dos democratas levaram o líder da minoria republicana na Câmara dos Representantes, Kevin Mccathy, a instar a porta-voz do Congresso, Nancy Pelosi a demarcar-se do uso daquele palavreado. Numa entrevista à NBC News, contudo, Pelosi recusou-se a censurar as palavras de uma congressista democraticamente eleita. “Não estou no negócio da censura”, disse, defendendo que as palavras de Rashida Tlaib não eram “piores” do que o “típico vernáculo” do presidente Trump.

Também o gabinete da congressista emitiu esta sexta-feira uma nota a justificar as palavras de Rashida Tlaib. “A congressista acredita absolutamente que é preciso um impeachment. Ela candidatou-se e ganhou deixando isso bem claro perante os eleitores do seu distrito. As ações de Donald Trump prejudicaram o Michigan e o país, e a congressista Tlaib não vai ficar em silêncio enquanto o impeachment não acontecer”, lia-se na nota.

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