Brasil

Mais de 400 imóveis do grupo Espírito Santo no Brasil foram arrestados

1.753

A pedido do Ministério Público português, 416 imóveis do Grupo Espírito Santo (GES) foram arrestados no Brasil, revela um acórdão citado pelo "Correio da Manhã".

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

A pedido do Ministério Público português, 416 imóveis do Grupo Espírito Santo (GES) foram arrestados no Brasil, revela um acórdão citado pelo “Correio da Manhã” este domingo que nomeia Ricardo Salgado e José Manuel Espírito Santo, ex-administrador do GES, como principais suspeitos.

Trata-se de um acórdão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Brasil, que está ligado a um recurso apresentado pela Property Brasil, antiga Espírito Santo Property Brasil, onde a empresa pediu o levantamento do arresto dos imóveis. “Há justo receio de delapidação patrimonial, como forma de [o GES] evitar as responsabilidades perseguidas pela Justiça portuguesa”, pelo que os imóveis foram arrestados, não se sabendo qual é o valor estimado dos ativos.

“O arcabouço probatório reunido até ao momento, e remetido pelo Estado requerente [Portugal] traz indícios suficientes de prática de delitos, imputando aos investigados fatos que são previstos aqui e lá como crimes”, refere a Justiça brasileira, no caso relacionado com o esquema de financiamento das empresas do grupo através de emissões de dívida.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: ecaetano@observador.pt
Brexit

Boris Johnson /premium

João Marques de Almeida

Em Londres, só um louco ou um suicida é que defenderiam o acordo assinado com a União Europeia. Resta saber se os líderes europeus terão a lucidez de reconhecer o evidente: o acordo que existe morreu.

União Europeia

A Europa Social em questão

António Covas

A UE terá de conceber e implementar, por via de uma “cooperação reforçada”, um programa de ação em matéria de espaço social europeu, à semelhança do que se fez com o mercado único ou a moeda única.

Finanças Públicas

Como evitar um 4º resgate? /premium

Paulo Trigo Pereira

Portugal necessita de mais doze anos (três legislaturas completas) de crescimento económico e de finanças públicas quase equilibradas para sair da zona de risco financeiro em que ainda se encontra.

Brexit

Boris Johnson /premium

João Marques de Almeida

Em Londres, só um louco ou um suicida é que defenderiam o acordo assinado com a União Europeia. Resta saber se os líderes europeus terão a lucidez de reconhecer o evidente: o acordo que existe morreu.

Ambiente

A onda verde na UE e os nacionalismos

Inês Pina

Se hoje reduzíssemos as emissões de CO2 a zero já não impedíamos a subida de dois graus centígrados. E estes “míseros” dois graus vão conduzir ao fim das calotas polares e à subida do nível do mar.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)