Globos de Ouro

Globos de Ouro. Cinco episódios que marcaram a noite (e alguns convidados)

Um discurso fora do normal, outro feito de lágrimas e mais um que não aconteceu por ausência do realizador do filme vencedor. Veja cinco momentos que marcaram a cerimónia - e outros que lhe escaparam.

Christian Bale recebeu o Globo de Ouro de Melhor Ator (Comédia ou Musical) em "Vice"

NBCUniversal via Getty Images

Apesar de se ter passado sem grandes oscilações, a 76.ª edição dos Globos de Ouro teve o seu lado marcado por algumas surpresas. À parte a entrega dos prémios e as várias celebridades que desfilaram na passadeira vermelha, houve momentos que ficaram à margem da cerimónia.

O discurso louco e surpreendente de Christian Bale

Christian Bale venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator (Comédia ou Musical) em “Vice” (Paul Drinkwater/NBCUniversal via Getty Images)

Ao aceitar o prémio de Melhor Ator (Comédia ou Musical) em “Vice”, Christian Bale fez um agradecimento especial à sua mulher por lhe ter dado os seus lindos filhos — “burrito e banana” — e agradeceu ainda a Satanás por lhe ter dado inspiração para a personagem que interpretou: antigo vice-presidente norte-americano Dick Cheney. Durante o seu momento nos holofotes, o ator afirmou que pretende “desempenhar todos os papéis de idiotas sem carisma”.

O momento “Dude” de Jeff Bridges

Jeff Bridges recebeu o prémio carreira Cecil B. DeMille por várias décadas na indústria cinematográfica (Paul Drinkwater/NBCUniversal via Getty Images)

Para quem tiver dúvidas, Jeff Bridges garante que não se importa que o tratem por “Dude”, depois de todos estes anos após o lançamento do filme “The Big Lebowski”. Durante o seu discurso, Bridges disse ser um sortudo por ser associado ao “The Dude” para o resto da sua vida. Já a Time compara o momento a um que poderia ter-se passado à volta de uma fogueira.

Glenn Close, uma carreira vertida em lágrimas

Glenn Close recebeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz (Drama), em “The Wife” (Paul Drinkwater/NBCUniversal via Getty Images)

Glenn Close, ao receber o Globo de Ouro de Melhor Atriz (Drama), em “The Wife”, levou lágrimas aos olhos de quem a ouviu a discursar no palco — e aos seus próprios olhos também. Ao fim de 14 anos, a atriz conseguiu a honra e o seu discurso foi pautado com um apelo às mulheres, para que aprendam a ir à procura dos seus sonhos: “Nós temos que seguir os nossos sonhos”.

E onde pára o realizador do filme vencedor?

“Bohemian Rhapsody”, cujo realizador é o controverso Bryan Singer, que foi alvo de acusações por abuso de menores, foi o vencedor de Melhor Filme de Drama. Porém, Singer não apareceu na cerimónia e não foi mencionado nos agradecimentos em palco, sendo que o momento já não era previsível só por si.

O melhor momento mãe-filho

Quando Regina King ganhou o prémio de Melhor Atriz Secundária (o seu primeiro Globo de Ouro), o seu par, Ian, — que é também o seu filho — celebrou a vitória da mãe com uma dança efusiva.

Agora que entramos em 2019...

...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

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