O dispositivo de combate a incêndios florestais vai contar este ano com 61 meios aéreos, mais cinco do que em 2018, anunciou esta terça-feira no parlamento o ministro da Administração Interna.

Eduardo Cabrita adiantou que este número é o resultado de um trabalho já feito entre a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) e a Força Aérea, que tem desde o início do ano a gestão dos meios aéreos de combate a incêndios e emergência.

A gestão de meios aéreos passou para a Força Aérea, mas o Ministério da Administração Interna participa sobretudo na definição dos meios necessários e o dispositivo para 2019 vai ser ainda mais reforçado do que em 2018. Vai ter, com características um pouco diferentes, 61 meios aéreos. Foi isso que resultou do trabalho que, entretanto, foi já feito entre a ANPC e a Força Aérea”, disse o ministro no parlamento.

Na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, Eduardo Cabrita sustentou que em 2018 ocorreu “a maior resposta de meios aéreos desde sempre”.

Segundo o ministro, em 2017 existiram 49 meios aéreos, número que aumentou para 56 no ano passado.