Desemprego

Taxa de desemprego manteve-se em outubro em mínimos de 2002

O INE reviu em baixa a estimativa provisória divulgada há um mês. Para novembro, a estimativa provisória aponta para que a taxa de desemprego de novembro volte a ficar nos 6,6%.

Comparando com o mês precedente, a população desempregada aumentou 0,4% (mais 1,4 mil pessoas) e a população empregada aumentou 0,1% (mais 5,3 mil pessoas)

PAULO NOVAIS/LUSA

A taxa de desemprego manteve-se nos 6,6% em outubro, divulgou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE), que reviu assim em baixa a estimativa provisória divulgada há um mês. “Em outubro de 2018, a taxa de desemprego situou-se em 6,6%, o mesmo valor do mês anterior, menos 0,2 pontos percentuais em relação a três meses antes e menos 1,8 pontos percentuais que no mesmo mês de 2017”, refere.

A taxa de desemprego apurada para outubro representa uma revisão em baixa, de 0,1 pontos percentuais da estimativa provisória divulgada há um mês, acrescenta o INE, sinalizando que “desde setembro de 2002 que não era observada uma taxa de desemprego tão baixa”.

Comparando com o mês precedente, a população desempregada aumentou 0,4% (mais 1,4 mil pessoas) e a população empregada aumentou 0,1% (mais 5,3 mil pessoas).

Para novembro, a estimativa provisória do INE aponta para que a taxa de desemprego de novembro volte a ficar nos 6,6%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Política

Três desafios para o 5.7

Alexandre Franco de Sá

Apesar das adversidades políticas, trata-se de despertar a direita acomodada e bocejante contra a hegemonia cultural de uma esquerda que, indisputada no espaço público, dociliza há décadas a sociedade

Deficientes

Adorável compromisso de lideranças /premium

Laurinda Alves

24 homens e mulheres que gerem 24 das maiores empresas que operam em Portugal assinaram um documento em que se comprometem a reforçar nas suas organizações a empregabilidade de pessoas com deficiência

PCP

Patrão santo, funcionário posto fora da loja /premium

José Diogo Quintela

Estou chocado. Nunca pensei que o PCP não cumprisse a lei laboral. Mas o PCP está ainda mais chocado: nunca pensou ser obrigado a cumprir a lei laboral. É que escrevê-la é uma coisa, obedecê-la outra.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)