Porsche

911 descapotável já é oficial. Desde 113.735€

105

Seis semanas após o coupé, eis que a Porsche dá conhecer a variante Cabriolet do 911, que abre e fecha a capota mais depressa que nunca. Também promete consumos mais comedidos e estreia o Wet Mode.

Desafiando as baixas temperaturas que se fazem sentir, a Porsche revelou a variante descapotável do 911, que soma aos atributos do icónico coupé alemão a possibilidade de rodar de cabelos ao vento. Mas as novidades não ficam por aqui.

Um novo sistema hidráulico permite, a velocidades até 50 km/h, agilizar a operação automática de abertura e fecho da capota. Esta é em tecido e integra uma janela traseira em vidro, sendo suportada por uma estrutura com arcos em magnésio, para que não haja deformação do revestimento a altas velocidades. Até 50 km/h, é possível abri-la ou fechá-la, sendo que o tempo necessário para o fazer baixou 12 segundos. Uma vez recolhida a capota, eleva-se atrás dos bancos um deflector de vento, para que condutor e passageiro viajem mais confortavelmente.

Prevendo-se que seja mais pesado que o coupé, por via dos reforços estruturais para compensar a ausência dos pilars B e C, além do tejadilho, o 911 Cabriolet surge com uma estética mais agressiva, embora sem perder de vista o clássico de 1963. Se a frente é 45 mm mais larga, o mesmo acontece com o eixo traseiro (44 mm), pelo que oferece uma imagem muito mais robusta. Mas também mais dinâmica, para o que contribuem cavas das rodas mais largas, a abrigar jantes de 20″ à frente e de 21″ atrás. E, pela primeira vez, o chassi desportivo Porsche Active Suspension Management (PASM) está disponível para o 911 Cabriolet.

O motor ao serviço das versões Carrera S e Carrera 4S é um boxer de seis cilindros opostos 3.0 turbo com 450 cv, disponíveis às 6.500 rpm, oferecendo 530 Nm de binário entre as 2.300 e as 5.000 rpm. A caixa é de dupla embraiagem com oito velocidades e a tracção é traseira ou integral (4S), sendo que agora a carroçaria é exactamente a mesma. Segundo a Porsche, os apoios do motor foram reposicionados, de maneira a que o Cabriolet resista melhor à torsão do que o seu antecessor. Por outro lado, a marca diz que o processo de injecção também foi revisto e os turbocompressores e sistema de arrefecimento do ar reconfigurados, o que se saldará em consumos mais contidos. Até que ponto, não é concretizado.

Em termos de prestações, o Carrera S vai de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 306 km/h, exigindo em troca 113.735€, só para início de conversa. Já os valores do 4S arrancam nos 120.335€, sendo que neste caso a velocidade máxima é inferior (304 km/h) e os 0-100 km/h alcançam-se em 3,8 segundos.

Já no que toca à tecnologia ao serviço do condutor, o destaque vai para a estreia do Wet Mode, funcionalidade incluída de série que detecta pisos com água e ajusta os controlos de tracção e estabilidade, alertando ainda o condutor. A assistência ao estacionamento, com câmara de marcha-atrás, e o sistema de detecção de veículos, peões e ciclistas com travagem de emergência, se houver risco de colisão, completam a configuração de fábrica. No interior, é de referir o ecrã central do Porsche Communication Management, que passa a ter 10,9″, sendo portanto bem maior do que na geração anterior (7,0 polegadas).

Participe nos Prémios Auto Observador e habilite-se a ganhar um carro

Vote na segunda edição do concurso dedicado ao automóvel cuja votação é exclusivamente online. Aqui quem decide são os leitores e não um júri de “especialistas” e convidados.

Participe nos Prémios Auto ObservadorVote agora

Todos queremos saber mais. E escolher bem.

A vida é feita de escolhas. E as escolhas devem ser informadas.

Há uns meses o Observador fez uma escolha: uma parte dos artigos que publicamos deixariam de ser de acesso totalmente livre. Esses artigos Premium, por regra aqueles onde fazemos um maior investimento editorial e que mais diferenciam o nosso projecto, constituem a base do nosso programa de assinaturas.

Este programa Premium não tolheu o nosso crescimento – arrancámos mesmo 2019 com os melhores resultados de sempre.

Este programa tornou-nos mesmo mais exigentes com o jornalismo que fazemos – um jornalismo que informa e explica, um jornalismo que investiga e incomoda, um jornalismo independente e sem medo. E diferente.

Este programa está a permitir que tenhamos uma nova fonte de receitas e não dependamos apenas da publicidade – porque não há futuro para a imprensa livre se isso não acontecer.

O Observador existe para servir os seus leitores e permitir que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia. Por isso o Observador também é dos seus leitores e necessita deles, tem de contar com eles. Como subscritores do programa de assinaturas Observador Premium.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: scarvalho@observador.pt
PCP

Patrão santo, funcionário posto fora da loja /premium

José Diogo Quintela

Estou chocado. Nunca pensei que o PCP não cumprisse a lei laboral. Mas o PCP está ainda mais chocado: nunca pensou ser obrigado a cumprir a lei laboral. É que escrevê-la é uma coisa, obedecê-la outra.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)