Sindicatos

Plenário de sindicatos da CGTP aprova novas reivindicações e ações de luta

As propostas a apresentar ao Plenário destinam-se, entre outras, a defender a não aprovação da proposta governamental de revisão do Código do Trabalho e a dinamização da contratação coletiva.

Cerca de 800 sindicalistas vão reunir-se no Plenário de Sindicatos da CGTP para discutir a estratégia reivindicativa para o novo ano e as lutas para o primeiro trimestre de 2019

Inacio Rosa/LUSA

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  • Agência Lusa
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Cerca de 800 sindicalistas participam esta quinta-feira no Plenário de Sindicatos da CGTP para discutir a estratégia reivindicativa para o novo ano e as lutas para o primeiro trimestre de 2019, que levarão ao Governo no final do encontro.

“Vamos discutir e aprovar um documento reivindicativo, baseado em seis eixos prioritários para 2019, que iremos entregar, no final, em desfile, ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social”, disse à agência Lusa o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos.

Segundo o sindicalista, as propostas a apresentar ao Plenário destinam-se a defender a não aprovação da proposta governamental de revisão do Código do Trabalho, a dinamização da contratação coletiva, os direitos dos trabalhadores, o combate à precariedade e a melhoria dos serviços públicos. Outra das reivindicações será a melhoria da distribuição da riqueza, através do aumento generalizado dos salários.

“Quando se fala no abrandamento da economia, nada melhor do que aumentar o rendimento das famílias, pois isso, além de melhorar as suas condições de vida, irá contribuir para dinamizar a economia”, considerou Arménio Carlos.

A negociação coletiva, no setor público e no setor privado, e as ações de luta nas empresa e na rua, a desenvolver no primeiro trimestre, serão outros dos pontos fortes do Plenário de Sindicatos, órgão máximo entre congressos.

De acordo com Arménio Carlos, serão ainda discutidas as comemorações dos 45 anos da Revolução de Abril e do 1.º de Maio em liberdade e o quadro eleitoral deste ano. “Faremos também uma avaliação do trabalho feito nos últimos três anos, dado que estamos a entrar no último ano deste mandato”, disse o líder da Intersindical.

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