Educação

FNE vai percorrer país com bandeira do tempo de serviço antes de a entregar ao primeiro-ministro

A iniciativa vai ter lugar na praça da Liberdade, no Porto, onde a Federação Nacional de Educação espera o apoio de centenas de docentes para assinar a bandeira a ser entregue em Lisboa em fevereiro.

A FNE pretende mostrar ao Governo e ao Ministério da Educação que não desiste de lutar pela recuperação integral do tempo de serviço congelado

LUSA

A Federação Nacional de Educação (FNE) lança esta sexta-feira a campanha ‘942 — Só queremos o que é nosso”, que vai promover, em todo o país, o “desfraldar de uma enorme bandeira”, assinada pelos professores, a ser depois entregue ao primeiro-ministro.

A primeira iniciativa vai ter lugar na praça da Liberdade, no Porto, onde a FNE espera “o apoio de centenas de docentes” para assinar a bandeira que vão levar a percorrer as 18 capitais de distrito nas próximas semanas e que pretendem entregar a 8 de fevereiro em Lisboa, na residência oficial do primeiro-ministro.

“Com esta ação, a FNE visa mostrar ao Governo e ao Ministério da Educação que não desiste de lutar pelo direito da recuperação integral do tempo de serviço congelado aos professores portugueses”, lê-se num comunicado divulgado pela estrutura sindical.

A FNE reitera a “total disponibilidade para o retomar das negociações com o Governo, mas também a intransigência” em relação à contabilização dos nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de serviço congelado, afirmando que não vão abdicar de “um único dia”.

“Para a FNE seria inadmissível que o Governo quisesse repetir em 2019 a estratégia que adotou em 2018, o que, a acontecer, constituiria uma atitude de desrespeito inaceitável, quer em relação à Assembleia da República, quer em relação aos educadores e professores portugueses”, alerta a federação.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Educação

Despedir os professores todos

João Pires da Cruz
763

A minha proposta é despedir os professores todos e entregá-los a Bruxelas. A escolha dos professores e a sua gestão deve ser feita pelas escolas; o pagamento dos seus salários deve vir de Bruxelas.

Educação

Índices: orgulho e preconceito

João Araújo

Erradicar os índices seria levar a humanidade para a idade da pedra. Em algumas áreas (como na Educação) eles estão sob fogo cerrado, como sucede a tudo que exponha os seus embustes e maus resultados.

Educação

Inteligência Emocional, Mindfulness e Educação

Mafalda G. Moutinho
644

Regiões como o Reino Unido, Malta e as Canárias já têm como disciplina obrigatória a educação emocional que fornece aos alunos ferramentas para gerir conflitos, adversidades e situações inesperadas.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)