Crime Informático

Segredos do Estado em risco com ataque à PLMJ

Entre os dados divulgados estão informações que o ex-diretor do Serviços de Informações Estratégicas de Defesa queria usar para provar que as secretas nacionais estariam a cometer ilegalidades.

Advogados da PLMJ participaram no processo e-toupeira mas também outros casos mediáticos, como a Operação Marquês ou o caso EDP

Vários dados em segredo de Estado foram divulgados publicamente através do ataque informático de que foi alvo a sociedade de advogados PLMJ — que participou na defesa da SAD do Benfica no processo E-toupeira mas também outros casos mediáticos, como a Operação Marquês, o caso EDP ou o caso das Secretas.

De acordo com informação avançada pelo Diário de Notícias, entre esses dados estão informações que o ex-diretor do Serviços de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), Jorge Silva Carvalho, queria usar para provar que as secretas nacionais estavam a cometer ilegalidades.

Entre estas informações não constam documentos nem relatórios das secretas mas uma lista com nomes de funcionários — que foi enviada ao tribunal e depois devolvida em envelope lacrado — e informações sobre fontes dos serviços que colocava em causa a sua atuação: ações de formação aos espiões, formas de organização e um manual de procedimentos que, segundo o mesmo jornal,  ensinava os espiões a recrutar fontes.

O levantamento de segredo de Estado em relação a estas informações foi recusado tanto por Pedro Passos Coelho como por António Costa. Daí que esta informação nunca tenha sido utilizada no processo, sob o argumento de que os serviços de informação funcionam à margem da lei.

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