Família Real Britânica

James Middleton: os cães, as fotos e a barba do irmão mais novo de Kate

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James Middleton vive no campo, na Escócia, trata dos animais, produz mel e tem uma empresa de cogumelos. Nos tempos livres viaja pelo mundo e tira fotos. Agora, tem uma conta de Instagram pública.

James é o que está no meio, agarrado ao cajado. À volta dele estão os cães. O cenário é o campo da grande ilha britânica. E a foto é da conta de Instagram do homem

“Ele não é da realeza, mas é real”. Guarde esta frase a caminho da foleirice quando quiser apresentar o irmão de Kate Middleton numa conversa sobre contas de Instagram a seguir. O homem não apareceu agora na rede social, mas foi nos últimos dias que decidiu tornar públicas as imagens que carrega. E mais do que qualquer outra coisa, o que James Middleton gosta de mostrar ao mundo é uma foto com cães. Na verdade, muitas fotos com cães. Querem ver? Está tudo aqui:

Mas há mais. Esta é só uma. Por exemplo, esta também serve como amostra:

Ou então esta, também vale:

A caminho de ser campeão de tudo o que é freskifofo na internet, James Middleton é um rapaz tranquilo, que trabalha no campo, nas terras altas da Escócia, alimenta uma barba bem cuidada e agora mostra a toda a gente o que todos estes ingredientes juntos conseguem fazer por um homem: transformam-no num sex symbol, naturalmente.

James é o irmão mais novo de Kate e Pippa Middleton. Mais novo, mas muito vivido, de tal maneira que a retirada para o campo não se fez de ânimo leve, foram necessários muitos quilómetros de andanças urbanas a más horas para que esta mudança ocorresse. Agora, trata de animais e produz mel e anda pelos prados verdejantes enquanto toma conta do cães. Fora a empresa de produção de cogumelos que lidera.

Todos os cães que aparecem nas fotos de James Middleton são dele. É um homem que gosta dos seus cães. E é um homem que gosta das suas fotos. Mas também gosta de outras coisas, desde que sejam boas. Por exemplo? Galas da revista GQ:

Andar de barco com um ar descontraído, enquanto escreve na legenda que vem aí uma tempestade, para que fiquemos todos na dúvida se a tempestade é ele, o sacana:

Ou apanhar peixes grandes em alto mar, enquanto se apresenta ao mundo em tronco nu e com calções divertidos, porque a irmã mais velha é que é da realeza, portanto ela que lide com as situações aborrecidas:

James não fez a barba para ir ao casamento de Harry e Meghan, ainda que o protocolo o exigisse. Mas a verdade é que o próprio noivo também não cumpriu as regras. Lições de charme, contornar as normas e criar novas. Isso, repetimos: charme. É ver a tal conta de Instagram. Está tudo aqui.

Recentemente, James confessou ao jornal britânico Daily Mail que entre os anos 2016 e 2017 atravessou um período “difícil” de depressão, recusando-se a falar com a família, pedindo mesmo ao seu médico para o fazer. Disse o Middleton mais novo ao Daily Mail:

Naquela altura, não conseguia falar com eles e quis que alguém independente e profissional falasse por mim e explicasse o que se passava de errado comigo. É sempre mais difícil falar com aqueles que nos são mais próximos. Foi por isso que me afastei, não quis saber dos conselhos plenos de boas intenções que eles me davam e eventualmente deixei de responder às chamadas e às mensagens.”

Agora, a situação parece ser diferente e James Middleton dá a ideia de estar não só mais próximo da família como do mundo em geral. E isto foi só para terminar com uma frase quase tão foleira como a que está no início deste texto.

Agora que entramos em 2019...

...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

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