Ministério Administração Interna

Governo quer adquirir meios aéreos de combate a incêndios próprios do Estado até 2023

Eduardo Cabrita afirma que quer adquirir até 2023 mais meios aéreos de combate a incêndios florestais próprios do Estado. Para este ano, vão estar disponíveis 61 aparelhos, mais cinco do que em 2018.

Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna

ANDRÉ KOSTERS/LUSA

O ministro da Administração Interna revelou esta terça-feira no parlamento que está a ser definida a aquisição até 2023 de mais meios aéreos próprios do Estado de combate a incêndios florestais. “O grupo de acompanhamento que envolve a Autoridade Nacional de Proteção Civil e a Força Aérea está a definir a necessidade de gradualmente, num horizonte até 2023, reforçar a componente dos meios próprios do Estado para aquisição”, disse Eduardo Cabrita aos deputados da Comissão de Agricultura e Mar, numa audição pedida pelo PCP.

O ministro adiantou que esses meios próprios “não existirão ainda no verão de 2019”. Para este ano, em que a gestão e o comando dos meios aéreos de combate a incêndios são feitos pela Força Aérea, o dispositivo vai contar com 61 aparelhos, mais cinco do que em 2018. Vinte e dois meios aéreos estão contratados desde 2018 por dois anos e 35 estão a ser agora objeto de concurso público.

Atualmente fazem parte da frota do Estado três helicópteros ligeiros, cujo concurso público para gestão e manutenção foi publicado na semana passada em Diário da República, e seis helicópteros Kamov, que estão todos inoperacionais. Aos deputados, o ministro disse ainda que, neste momento, estão ao serviço da Proteção Civil 14 meios aéreos.

“Temos neste momento mais meios aéreos do que alguma vez tivemos em janeiro. Temos 14 meios aéreos a operar, que são bem suficientes para janeiro. Teremos já em março, mais de duas dezenas de meios aéreos”, sustentou Eduardo Cabrita.

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